blog do Bem!


The Power of Love Meditation

Olá Amigos do Bem!

Compartilho o artigo do Yoga Jounal sobre "Love Meditation".

The Power of Love Meditation
This four-part meditation clears the heart and quiets the mind.

By Mara Carrico

The power of love is universally recognized and has been used in ancient healing traditions in cultures throughout the world. Today, Western physicians acknowledge its benefits to the immune system, while psychologists agree that it does wonders for mental health. Both the yoga and Buddhist teachings provide us withmeditations designed to free ourselves of negative emotions that interfere with our ability to love.

This battle of the heart is dramatically represented in the Bhagavad Gita, a classic Indian story about the conflict between two families. Although that conflict appears to be a conflict against external enemies, it is really the internal battle we wage within our own hearts.

Patanjali's thirty-third sutra describes a four-part process of clearing the heart of impure thoughts as a way to quiet the mind. He advises cultivating maitri (friendliness) toward pleasure and friends; karma (compassion) for those who are in pain or suffering, yourself included; mudita(rejoicing) or joyful acknowledgement of the noble or holy ones (including those who have helped you, those you admire, and your family); and upeksanam (indifference) to unholiness—in other words, equanimity toward those who have harmed you. As you can see, collectively these four stages sound remarkably like the "Love thy neighbor as thyself" sentiment we're all familiar with.

The following instructions guide you through a full meditation that includes the fourfold stages or attitudes Patanjali taught in his Yoga Sutra. It is both practical and profound. With regular practice, this meditation will guide you toward a better relationship with yourself, those you are close to, and the world around you.

Loving Your Enemies Meditation

This meditation will take anywhere from five to 20 minutes, or even longer if you wish. The important thing is to be comfortable with it. You don't really need to time yourself. However, we recommend staying in Stages 1 and 2 for one to two minutes each; in Stage 3 for three to five minutes; and in Stage 4 for five to 15 minutes.

1. Get into a comfortable, seated position, either in a chair with your legs uncrossed, or on the floor. Adjust your posture so that your spine is upright, yet your body feels relaxed. Rest your hands in your lap or on your thighs, with the palms facing up or down.

2. Close your eyes and bring your attention to your breathing. Take a few conscious and deep abdominal breaths. Let your exhalations carry out any tension or anxiety you're feeling now, and use them throughout your meditation to expel any tension or anxiety that comes up.

If it is helpful, you may use the previously recommended affirmations—"I am" on the in-breath and "calm and relaxed" on the out-breath—to center yourself during this practice.

3. Bring your awareness to your heart. Allow your breaths to massage this area. Notice any specific feelings or thoughts you may have about yourself, people you know, or any particular event. Cultivate a detached and nonjudgmental attitude to anything that comes up for you.

4. Continue to focus on the heart area while doing the following:

  • Cultivate a friendly and accepting attitude toward yourself and your friends.
  • Develop feelings of compassion and understanding for all those who suffer.
  • Be joyful in your thoughts about a particular person who's important to you or a saint or guru you hold in high esteem.
  • Maintain feelings of indifference and equanimity to anyone who has harmed you or anyone else. Don't get sucked into their mean-spiritedness or harmful deeds.

5. To complete your meditation, take three to five deep abdominal breaths. Open your eyes and slowly get up.

Allow the focus of this meditation to be the fourfold stages of opening your heart in order to clear your mind. Realize, however, that it also incorporates other elements common to all forms of meditation: choosing a stable and comfortable position, awareness of breath, use of affirmation, and imagery. It's all right if only one of the stages dominates the meditation. For example, you may be drawn to the concern for a friend who is in pain, or you may want to focus on the life's work of someone who inspires you. No better advice can be given here than to—literally—listen to your heart!

http://www.yogajournal.com/practice/139

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.

Abraços, Marcos Souza Aranha


Publicado às 20h33.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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Há Coaches e há coaches...

Olá Amigos do Bem!

Sinto muita vergonha do que está acontecendo no mercado de Desenvolvimento de Executivos.

Eu trabalho com Coaching desde 2001, quando ninguém nem sabia o que isto era, quando fui aos Estados Unidos, Europa, Canadá para conhecer e estudar.
Quem já conversou comigo sobre este mercado, sabe que costumo dizer que Coach é como cozinheiro, ou seja, o Alex Atala e o dogueiro da esquina podem dizer que sabem cozinhar, assim como qualquer Coach diz que sabe usar a técnica de Coaching. 

Mas, quem vive neste meio, sabe que é pouco fácil negociar preço e explicar para o RH que o Alex Atala até faz hot-dog, mas que seria um desperdício ir ao restaurante dele e pedir para ele fazer isto, bem como, é pouco provável ir para o dogueiro na esquina e pedir para ele fazer um atum selado ao molho de cupuaçu apimentado e esperar que ele te traga algo maravilhoso do porta-malas adaptado a restaurante, né?

Porém, para quem é sério, está ficando cada dia mais e mais difícil a gente ver empresas e mais empresas que formam Coaches em penca, às centenas, em poucas horas de curso, verdadeiros dogueiros que recebem diplomas com se fossem verdadeiros Chefs.
Algumas destas empresas dão diplomas com menos de 16 horas de formação, e ainda têm nomes pomposos dando a ideia que são os "oficiais" e "internacionais".

Hoje eu recebi vários spams, de várias empresas me convidando a me inscrever para cursos de Coaching, e agora vi no fb o anúncio de uma delas, de um tal de Método CIS (Coaching Integral Sistêmico), lindo nome, que tem como atrativo o testemunho de ex-alunos e atuais Coaches de sucesso, que do fracasso pessoal e profissional passaram a ser pessoas incríveis e exemplos de vida.
Aí já passou das contas pessoal! Assim não dá! Eu me sinto como aquele ótimo publicitário que tem de aguentar a comparação que o Marcos Valério é tão publicitário quanto ele. Menos, menos...

Por favor, sem rir, veja o vídeo do comercial do curso "Método CIS e me diga qual é a diferença deste para aqueles comerciais de certas igrejas que vemos na TV.
Peço desculpas a todos vocês que devem estar com a cabeça confundida com tanta estupidez que lêm e vêm a respeito de Coaching e daqueles que se tornaram Coaches por oportunidade de sair do desemprego.
Estou muito triste com a forma como algo tão sério que é esta profissão, e importante para colaborar e facilitar a vida de outros, está sendo tratada.
Veja o vídeo e vai me entender.


Publicado às 00h25.
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Perdão e reconciliação

Perdão e reconciliação

Sarah Mirembe

 


 

Uma pessoa que foi ofendida ou profundamente magoada geralmente sente que tem o direito de estar zangada, magoada ou amargurada. Ela pode até planear a vingança. Ao contrário, Deus pede que confiemos a nossa dor a Ele, confiemos Nele para que haja justiça e perdoemos aqueles que nos magoam (Romanos 12:17-20).

Perdão

O perdão é uma questão muito desafiadora, porque parece significar que o agressor escapa impune. Ele pode ter agido de propósito e talvez não esteja arrependido. Ele pode fazer o mesmo novamente sem ser punido. Parece não haver nenhuma motivação para que uma pessoa ofendida tome este rumo. Entretanto, embora o perdão não seja fácil, ele é necessário para o bem da pessoa ferida. As pessoas que foram magoadas e não perdoam continuam a sofrer pressão e feridas emocionais por estarem a segurar a raiva e a amargura.

Muitas vezes, o perdão é mal compreendido. Ele consiste na decisão de soltarmos a nossa mágoa e o nosso ressentimento. Ele não significa que:

  • desculpamos ou aprovamos a ofensa
  • a ofensa foi esquecida e não importa
  • a ofensa não tenha consequências
  • a pessoa ofendida ou a sua mágoa não importe.

Reconciliação

A reconciliação é um processo que ultrapassa o perdão. Ela é alcançada quando as pessoas que estavam em conflito chegam a uma relação positiva entre si. A reconciliação geralmente exige um mediador ou conselheiro experiente em quem as pessoas confiem e que possa falar com todos os envolvidos no conflito. Este conselheiro deve ser sábio, emocionalmente maduro, forte, objectivo e nunca passar para um dos lados. Ele ou ela deve ser respeitado na comunidade e permanecer comprometido independentemente de quanto dure o processo.

O mediador não pode resolver o conflito sozinho. Todas as pessoas envolvidas devem decidir que a reconciliação é a melhor opção para cada uma delas, que é melhor do que continuar o conflito. Todos precisam estar comprometidos com o processo e em facilitar ao máximo para que as pessoas se sentem à mesma mesa e vivam na mesma comunidade. Os possíveis conflitos futuros devem ser discutidos e resolvidos. O comprometimento com a reconciliação deve ser demonstrado através da acção apropriada. Por exemplo, em Uganda, ela consistiu em concordar que os filhos dos ex-rebeldes fossem aceites nas escolas.

Quando uma ofensa é cometida, o agressor deve arrepender-se e estar pronto a admiti-lo. Se ele não se quiser comunicar ou colocar-se na defensiva é porque não está pronto para a reconciliação. Às vezes, as pessoas procuram indemnização financeira. Entretanto, esta raramente é uma resposta a longo prazo. Ela pode satisfazer algumas das necessidades físicas da pessoa ofendida, mas não resolve a situação. As ideias de vingança podem sempre voltar à tona.

A reconciliação não é apenas um evento. Ela deve tornar-se num valor e num estilo de vida. Ela deve passar de geração para geração, através da Bíblia, da discussão, da disciplina e do exemplo. O perdão e a reconciliação fazem parte de uma jornada que poucas pessoas fazem, mas cujo destino é a liberdade, a saúde e a paz.

Sarah Mirembe é uma consultora e conselheira que trabalha com crianças e jovens em Uganda. Seu endereço é: Box 2989, Kampala, Uganda. E-mail: jewelmirembe@yahoo.com


Publicado às 04h20.
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Amizade de verdade

Minha mãe sempre foi uma amiga fiel, leal e dedicada. Nunca quis parecer boazinha, mas Ser boa na prática.

Cresci vendo ela dedicar tempo, muito tempo, às suas amizades.
Quando era pequeno, algumas vezes eu senti raiva das suas amigas, pois sentia que elas roubavam minha mãe para chupinhar e vampirizar o tempo e energia dela.

Hoje, raríssimas daquelas amigas telefonam para minha mãe para papear, e infinitamente mais raro ainda, vão visitá-la onde vive. É mais frequente uma amiga de Punta Del Este e outra da Bahia irem visitá-la do que uma que vive a 10 quadras da casa dela.
Eu entendo que é difícil para muita gente vê-la assim, mas o que me deixa muito p... da vida é encontrar aquelas "amigas" e ouvir um monte de desculpas e motivos de não terem ido ver minha mãe nos últimos anos, apenas para parecerem boazinhas.

Ontem, encontrei com uma "grande amiga" que nunca foi visitá-la. O encontro foi numa loja e ela baixou o olhar ao me ver, disse que adora muuuito a minha mãe, e depois se justificou dizendo que está com um problema com a cadela de estimação e que não tem tempo para mais nada na vida (bastava ver a quantidade de sacolas nas mãos para ver o tempo que a cadela consome na agenda dela).

Simplesmente pensei: para que as pessoas dizem tanta besteira para parecerem boazinhas. Eu prefiro mil vezes ouvir aquelas amigas sinceras que dizem: "eu fico triste de ver sua mãe assim e não tenho coragem de ir lá".

Sei lá, acho que é pedir demais para as pessoas serem honestas com elas mesmas.

Meu avô dizia que terminamos a vida com menos de cinco amigos de verdade. Ainda não contei com quantas amigas de verdade minha mãe ainda tem, mas aquilo que parecia um exagero do meu avô está se mostrando uma realidade na minha observação dos idosos da minha família.

Alguém me disse que o importante é o que fazemos pelos amigos, e a lição é aprender a jamais esperar que eles façam algo por nós.
A vida é um exercício de puro desapego e desprendimento, e a prática deste exercício é o que nos torna mais altruistas e compasivos.

Seja Feliz! Todos os Seres, com e sem amigos verdadeiiros merecem ser felizes.

Abraços, Marcos Souza Aranha

 


Publicado às 23h25.
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Teorias, Ideologias, Doutrinas

É muito comum ouvir e ler as pessoas citando fulano e beltrano no mundo da web e fora dela.

Parece que as pessoas perderam a capacidade de refletir e terem suas próprias descobertas e convicções, papagaiando quem pensou, sentiu e refletiu.

Consome-se teorias, ideologias e doutrinas como se fossem uma fonte, esquecendo que elas fizeram parte de um presente em algum lugar do passado, e portanto desconectadas da fonte e oportunidades nascentes do presente, aqui e agora.

Sinto o quanto é fácil as pessoas emprestarem os olhares dos outros e como óculos escuros, verem o mundo através das lentes dele, com a proteção de não ser visto.
É muito difícil ter de silenciar, sentir, pensar, refletir, meditar e ir nas entranhas e raízes de onde nascem as questões. O tempo é a desculpa mais frequentes e isto leva as pessoas a assumirem mais e mais tarefas, para justificar que falta tempo.
Sim, o tempo sempre faltará a quem foge de si, pois qualquer coisa é motivo de desculpas para mudar o foco.

Teorias, ideologias, doutrinas escravizam a liberdade da consciência no passado e como todo escravo do físico, intelectual, emocional e até espiritual, têm a sensação de tranquilidade que vão receber de fora, mas também têm sua alma aprisionada nas crenças dos outros, sem gerar conexão com a própria experiência e inovação na observação da existência.

A conexão com as carências e escassez própria leva à busca constante fora, e o consumo desenfreado por teorias, ideologias e doutrinas. A conexão com a abundância em si, leva ao encontro de um com o todo e fora vira apenas cenários para experienciar as vivências que se apresentam diante da mente aberta a observar.

A pergunta que faço é: qual são os motivos de haver tanta vigilância do que já passou e tão pouco desejo de inovação no presente para transformar verdadeiramente o futuro?

Ao terminar este texto ele já faz parte do passado do meu passado e do seu, e deveria sobrar apenas a oportunidade de observar as conexões que se formam a partir de agora com o nosso presente. risos


Publicado às 18h53.
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Enquanto alguém desejar que outro alguém morra.

Enquanto alguém desejar que outro alguém sofra, morra, se dê mal, a nuvem da energia de rompimento do Uno continuará imantada e atraindo mais e mais pessoas ao egoísmo.

Nesta meditação veio que apesar desta nuvem densa estar impossibilitando a clara percepção individual da Energia Una, a Energia está mais presente do que nunca, deixando apenas para cada ser ativar sua consciência e ir além da nuvem.

O que prende cada indivíduo na nuvem são os sentimentos do medo e da indignação com aquilo que se percebe fora deles, e o desejo que os demais reflitam o mundo que é criado dentro. 
É incrível ver de outra perspectiva que estes sentimentos formam nas pessoas uma força que desliga cada indivíduo do outro e liga cada um a esta nuvem de energia densa e isoladora. 
Se tivesse que descrever a imagem que vi, eu diria que são bilhões de indivíduos andando com funis no topo de suas cabeças, conectados a uma densa nuvem, e assim são carregados constantemente desta energia. O atrito entre os indivíduos gera poderosos raios e a força deles gera a raiva que por sua vez gera mais ruptura e afastamento um do outro, e reforça a conexão com a densa nuvem.
Fica claro que desejar que outro alguém deixe de existir é apenas reflexo da necessidade de consumir crescente de cada indivíduo conectado a esta densa nuvem.

Enfim, o que gera isto é o mesmo Ser que pode gerar outras energias construtivas, mas para isto há de transcender e desconectar-se desta nuvem para estar na Energia Una. 

Desconectar para reconectar em outras Energias foi a mensagem.

p.s: fui ver se há algo de bom relacionado com a raiva http://pt.wikipedia.org/wiki/Raiva_(sentimento) 


Publicado às 18h35.
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Afinal, o que é família?

Será que acontece com vocês o mesmo que acontece comigo?

Recebo seguidamente e-mails sobre o tema família. Alguns são interessantes, pois tratam o tema além da questão secular da tradição da instituição família.

O Ser humano é um animal social. A família, Facebook, Twitter, Clubes, Religiões, Empresas, Escolas, etc., que me desmintam. Este animal social precisa da validação externa para a confirmação interna do seu pensar, sentir e agir.
Gostamos de compartilhar, pois assim validamos nossas ideias, sentimentos e acessamos outras. O amor, por exemplo, conhecemos este sentimento pela interação com algo além de nós, que validamos ao significar e dar significância ao observar a resposta. O amor próprio é aprendido através do amor ao próximo.

Famílias, biológicas ou adotadas, são nosso primeiro ambiente de interação e validada pela comunicação que se estabelece. O amor é comunicado pelos sentidos e aprendido pelos sentidos. O toque, o cheiro, o olhar, o tom, maneira, seleção de palavras, tudo é apreendido pelo cérebro através da comunicação que se estabelece naquele ambiente.

No ambiente de trabalho, um dos aspectos mais importantes é o clima de confiança, leveza, gostoso, para aliviar o peso das responsabilidades. Um ambiente familiar é altamente desejado por muitas pessoas que desejam criar laços além das simples funções exigidas. Uma vez mais, o animal social precisa se validar pela relação.

Acredito que a família permanece viva enquanto há capacidade de se renovar laços através da comunicação. 
Noto que qualquer relação familiar fica restrita ao passado quando a comunicação deixa de ser uma ponte para o desejo de nutrir e renovar os laços já estabelecidos.
Noto que a grande maioria das famílias vivem de memórias das vivências e experiências comuns, que foram possibilitadas pela linguagem, e desejo de comunicação no passado.

Noto que uma relação se fragiliza no momento que pensamos: não adianta mais  falar, nada vai mudar
Ao se crer que a possibilidade da comunicação fracassou, o sentimento ruim de fracasso passa a ser vivenciado, e como a tendência é responsabilizar alguém fora para aliviar a dor interna, há o desejo de rompimento da comunicação e a consequente relação.

Numa frase: família são laços criados e renovados através da comunicação.

A ausência do desejo de se comunicar leva a família a romper com os laços vitais, e a viver das memórias do passado, boas e ruins, e portanto, restringindo as possibilidades de novos laços.

Em resumo: se há comunicação, há laços de família. Se há comunicação restrita, ou ausente, há o enfraquecimento e o rompimento dos laços de família, e o que mantém unidas as pessoas é o passado.
Laços de sangue são laços estabelecidos pelo passado, o que valida a questão secular da tradição da família enquanto instituição.

Laços de amor são laços estabelecidos pelo presente, renovados no desejo de permanecer interagindo, o que valida a questão da comunicação enquanto desejo de troca para um melhor futuro comum.


Publicado às 18h34.
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O sonho de Carol

 

“Já era outono frio, céu azul, luz marcante, cortante, que não deixa dúvidas da linha que separa aquilo que está no sol daquilo que está à sombra.

As primeiras luzes do dia penetram nas frestas da janela e num leve acariciar tocam os olhos de Ana. Ao sentir o carinho do sol ela se desperta, se estica daqui, se estica dali, dá um grande bocejo e diz para si mesma: Bom dia! 
Ana se levanta e assim que abre a porta do quarto a Samanta entra, ronrona, e se enrola na perna dela, mia baixinho, o que certamente é Bom dia na língua das gatas brancas. 
Pé ante pé, ela caminha em silêncio para mais ninguém despertar e vai até a cozinha para tomar seu café. 
Lá ela se surpreende ao entrar e escutar miadinhos vindos da lavanderia. Entrou e lá viu debaixo do tanque os cinco gatinhos que a Samanta presenteou com a vida durante o luar. 
Ana começou a chorar, aquele choro que vem de dentro, da alma maravilhada com os mistérios que só a vida pode nos dar. 
Agachou-se e começou a acariciar um a um, enquanto Samanta lambia todos.

Pronto, a agenda do dia acabava de mudar, nada de estudar, o dia era para brincar, sim, brincar de mãe, junto com sua gatinha. 
Ana foi tomar o café da manhã e quando o cheirinho do café saiu da garrafa térmica, correu pela casa, subiu as escadas e despertou seus pais. 
Logo depois sr.Ernesto desceu as escadas vestindo seu pijama xadrez, robe de chambre azul escuro e claro, suas pantufas de Mickey, presente que a Ana trouxe para ele da Disney.

- Bom dia Ana, disse sr.Ernesto.
- Bom dia papai, respondeu ela. 
- Ana, que cara é esta filha? Perguntou curioso 
- Tenho uma surpresa para você papai. 
- Hum, não gosto de surpresas, conta logo, espero que não vá me dizer que já tem namorado. 
- Ana riu e disse: papai deixa de ser ciumento e vem ver o presente que a Samanta nos trouxe esta noite. 
- Ah, rato que não é, pois gata gorda não corre atrás de nada.
- Não papai, veja: são cinco gatinhos. Ela estava gorda porque estava grávida. Viu seu falador! 
- Sr. Ernesto, meio sem graça, se abaixou e pegou um gatinho no colo com todo o cuidado que um pai sabe carregar um bebezinho. 
- Não é lindo papai? - perguntou a Ana. 
- Filha, eu me encanto com os bebes e os filhotes. Eles trazem vida nova para as casas, e renovam as esperanças de que algo bom acontecerá.

Enquanto o sr. Ernesto, Ana e Samanta mimavam os gatinhos, a mãe, a dueña Soledad, uma espanhola brava pra chuchu, gritou lá de cima do quarto: - Ana Clara Silva e Souza, você ainda não foi para escola? 
Feliz da vida, Ana respondeu que não, pois tinha uma surpresa para mostrar para ela. 
Já muito brava com a Ana e com o sr.Ernesto, que cá entre nós, ela achava um pai babão e de pouco pulso, gritou: - Ana Clara Silva e Souza, vai já pra escola! 
Mas Ana e o pai pegaram os gatinhos e levaram para dueña Soledad conhecer. A menina levou dois filhotes e o pai os outros três, enquanto Samanta os seguia miando como se não estivesse gostando daquilo. 
- Olha mamãe! - exclamou Ana ao mostrar os dois gatinhos. 
- Olha mi amor! - exclamou o sr.Ernesto mostrando os três em suas mãos de dedos longos. 
- Socorro! - gritou dueña Soledad. O que é isto? Tirem já estes gatos desta casa!, gritou muito brava. 
- Não são lindos, mamita? 
- Mira cariño, estes gatinhos podem ser lindos, mas não vão ficar aqui nem mais um dia. Já basta esta gata que você achou na rua e trouxe para dentro de casa, que suja tudo e me dá uma rinite horrível. 
- Mas mamita, choramingou Ana. 
- Cariño, eu disse nenhum dia. Deixa os gatinhos com seu pai e vai já para a escola. Vai menina! 
Ana, com dó no coração entregou os dois gatinhos para o pai, deu um beijinho em cada e sussurrou no ouvido do pai: convence a mamãe a ficar com eles até eles poderem ser doados. O sr. Ernesto deu um beijo na filha e deu uma piscadinha, como quem diz pode deixar comigo.

Assim que Ana saiu, dueña Soledad disse para o sr.Ernesto colocar todos os gatos num saco de lixo e jogar em algum terreno baldio quando fosse para o trabalho. 
Triste, mas com muito medo da espanhola de sangre caliente, ele se calou e a convidou para descer e tomar o cafezinho fresco que a filha tinha preparado.

Enquanto a esposa foi a banheiro, o marido desceu e preparou um “cortado” com “medias lunas” como a esposa mais adorava para o café da manhã. 
Ao chegar à mesa, dueña Soledad já foi avisando: Ernesto Silva e Souza, não adianta me corromper, pois eu não vou mudar de ideia com esta historia de gatinhos em casa. Se você não fizer o que eu te disse, eu mesma vou afoga-los e jogar no lixo. 
O sr. Ernesto baixou a cabeça, olhou para a Samanta, e com os olhos cheios de lágrimas implorou para a mulher: querida, deixe-os ficar alguns dias, até que tenham força para se alimentarem sozinhos, e assim nos podemos doá-los para alguém ou uma ONG que cuida de animais. 
- NÃÃÃÃO, gritou ela. Vai tomar seu banho e leve logo estes bichos chatos para bem longe daqui. 
- Rápido! Corre!

Como sempre, com medo da mulher, sr.Ernesto foi fazer o que ela mandava. Enquanto isto, pressentindo o que iria acontecer, Samanta tratou de esconder suas crias lá no quintal da vizinha, e carregou na boca, um a um os seus filhotes. Ao descer as escadas, dueña Soledad disse: o saco de lixo está no armário da lavanderia. Vê se economiza e só pega um. 
Ele foi lá, pegou um saco, e perguntou: - Amor, onde estão os gatinhos, estão aí com você? 
- Não tente me enganar Ernesto, eles estão aí. 
- Então venha até aqui, não tem nenhum, apenas a Samanta está deitada na cestinha. 
- O que está acontecendo aqui?- perguntou a mulher. Você quer me enganar?
- Não, eu juro, estava no banho e não sei de nada. 
Juntos, Soledad e Ernesto procuraram por toda a casa, no quintal e nada encontraram. 
- Bueno, sei lá onde foram parar estes gatinhos. Talvez a Samanta os tenha comido. Dizem que as gatas costumam comer suas crias na primeira gravidez.

O sr.Ernesto se despediu e foi trabalhar. 
Inconformada, dueña Soledad resolveu ficar de olho na Samanta, e não demorou muito, ela viu que a gata pulou o muro da vizinha e por lá ficou.

Depois do banho, a espanhola resolveu tocar a campainha da vizinha. Dona Carminha veio atender com dois gatinhos nas mãos e disse: - olhe que lindos os gatinhos que a Samanta trouxe aqui para casa, você deixa eles ficarem comigo? 
Muito sem ter o que dizer, dueña Soledad respondeu que não, pois os gatinhos eram da Ana, e que a filha iria ficar brava se voltasse da escola e não encontrasse os filhotinhos lá na lavanderia. 
Assim, a espanhola pegou os cinco gatinhos e voltou para casa. Escolheu uma caixinha limpa de papelão, forrou com um cobertor bem quentinho e aconchegou todos lá dentro.

Ao chegar da escola, Ana deu um beijo no pai e correu para a lavanderia, e lá viu os gatinhos, bem cuidados. Foi até a cozinha, deu um beijo na mãe, e disse: -Mamita, eu sabia que seu coração é grande e que você jamais faria aquilo que tinha me dito de manhã. Te amo muito! 
Com lágrimas nos olhos e o duro coração derretido ao ver a felicidade da Ana, ela abraçou a filha bem forte e demoradamente. 
Mas não tardou muito e ela já gritou: vai filha! Vai cuidar destes gatos, e lembre-se que eles só vão ficar aqui até poderem ser doados. 
Ana olhou para o pai, deu uma piscada e respondeu: claro mamita, claro que sim.”

Carol, Carolzinha, acorda filha. Já são nove e meia e você vai se atrasar para o passeio lá na praia com as suas amiguinhas. Mãe, depois te conto o sonho que eu tive com uma gatinha branca.

(texto/exercício da Oficina Escrita Criativa da Marcia Tiburi na Casa do Saber)

 


Publicado às 18h54.
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A boneca de Maria

Reza a lenda que em algum lugar deste mundão,
a Maria perdeu a sua boneca tagarela que gostava de filosofar.

Durante anos e anos, muita gente pensou que ela peregrinou atrás do seu filho,
mas na verdade, ela queria mesmo era encontrar aquela sua boneca.

A boneca era muito animada e falava, e falava. Maria nunca descobriu onde estava o botão de pausa, mas isto não importava,
pois a linda boneca contava muitas e muitas histórias, cada uma dentro de outra, emendando-as sem parar, num eterno filosofar.

A boneca, nem sei se existiu, mas contam que ela falava as coisas ao mesmo tempo que as descobria.
Então, falar, era viver a descoberta de seu mundo ainda por revelar.
E a boneca falava e encantava a Maria.

Maria morreu sem nunca encontrar a sua boneca, mas reza a lenda que num dia de muita chuva,
São Paulo ligou para São Pedro para dizer que tinha uma boneca igualzinha a de Maria,
lá numa casa onde todos vão para aprender.

(Texto repentista que criei e escrevi hoje em 8 minutos no exercício da Oficina de escrita criativa da Marcia Tiburi na Casa do Saber)

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.

Abraços, Marcos Souza Aranha


Publicado às 19h18.
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Olá Amigos do Bem!

 

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" Cora Coralina

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.

Abraços, Marcos Souza Aranha

 


Publicado às 13h03.
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O que t f lt ndo?

Tem di s que  cord mos e sentimos f lt  de  lgum  cois .

Pode p recer pouco, m s é import nte nos sentir completos.

Sej  Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.

 braço, M rcos Souz   r nh


Publicado às 07h58.
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NA HORA DE ESCOLHER UMA ESCOLA...

NA HORA DE ESCOLHER UMA ESCOLA...


Muitas escolas vão apenas até o 2.
Poucas desenvolvem as competências 3.
Raras inovam até o 4.


Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.

Abraço, Marcos Souza Aranha


Publicado às 09h29.
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Pão de queijo Qualitá com pedaços de ferro

Olá Amigos do Bem!

Confiava na marca Qualitá do Pão de Açucar até 5 minutos atrás, quando encontrei pedaços de ferro no meu pão de queijo.

Tirei as fotos para provar o quão nojento é isto.

 

Seja Feliz! Todos os Seres que confiam ou não no Pão de Açucar merecem ser felizes.

Abraço, Marcos Souza Aranha

 

p.s.- A história terminou ontem, dia 14 de junho, com o protocolo da entrega do produto retirado na minha casa e a devolução de R$ 9,00.

Para mim, tudo isto foi um alerta para quem confia nas marcas e se esquece que elas não produzem diretamente o produto/serviço. No caso, nunca tinha ouvido falar na empresa em MG que produz, e só fui notar após o problema. Se visse um produto no Pão de Açucar com este nome de fabricante, eu jamais teria comprado. Foi o endosso da marca Qualitá que eu confiava que me fez comprar.

p.s.2- Hoje, 01 de agosto 2011, uma pessoa do 0800 do Pão de Açucar me telefonou para dizer que foi comprovado o erro do fabricante e que o mesmo já tomou todas as providências para que isto não ocorra mais. A pessoa foi muito educada e perguntou sobre a necessidade de reembolsar meu tratamento dentário, mas expliquei que o dentista disse que nada poderia ser feito.
Agradeci e gentileza dela e encerrei o caso.

Agora acabou, não confio mais nesta marca, já tirei da geladeira e joguei no lixo tudo o que havia dela. Aprendi algumas lições que compartilhei com minha família.

 

De Pão de queijo Qualitá com pedaços de ferro

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