Talvez ontem eu tenha vivido uma experiência que não desejo a ninguém: tomar a decisão entre o direito de um Ser morrer ou viver.
O dia amanheceu como qualquer outro. A nossa gata, a Nala, que estava velhinha, doente, desidratada e magrinha, pois já não se alimentava adequadamente e o câncer se espalhava internamente, veio pedir meu carinho como todas as manhãs. Sabíamos que ela estava piorando a cada dia, mas como ela não apresentava sinais de dor, aprendemos a conviver com a doença, suas limitações, e esperar pela morte natural.
Se vivessemos num sítio, tenho certeza que ela teria fugido para o mato para morrer em paz. Como vivemos em uma casa cercada de muros, fugir era impossível e talvez a tenhamos aprisionado. Seu olhar já não tinha mais brilho, seu pelo também não. Sua ternura continuava igual. Bastava eu abrir a porta de casa e lá vinha ela pedir carinho e ronronar.
Confesso que antes dela eu não gostava de gatos. Tinha traumas de infância e condicionamento familiar, pois minha mãe tem horror a felinos. Mas a Nala me conquistou. A conheci há mais de 10 anos, na casa de uma funcionária da agência de publicidade que trabalhei, durante uma festa de aniversário. Ela estava sobre o sofá como uma estátua, imóvel. Me lembro que as pessoas perguntavam se era de verdade. Anos depois, casei-me com a dona dela e ela veio viver aqui em casa, depois de ter vivido mais de 10 anos em apartamentos. No início, nos estranhamos mutuamente, cada um demarcando seu território e disputando o único colo.
Aos poucos, nós nos descobrimos e aprendemos a conviver no mesmo espaço. Eu sempre tive cachorros, e dizia que a Nala era uma Gadela, uma cadela em pele de gata. Ela foi me conquistando, e se comportando como uma cadela, pois sacou que seria difícil para eu entender como lidar com uma gata. Eu a chamava, e onde quer que estivesse, vinha e pedia colo. Minha mulher começou a chamá-la de traidora, pois trocou o colo dela pelo meu, e me seguia por onde caminhasse pela casa. Foi uma amizade construída pelo respeito mútuo. Aprendi a admirar gatos, sua inteligência, personalidade, independência, movimentos precisos, maleáveis, elásticos, graças a Nala, que mudou minha percepção dos felinos.
Ontem, na hora do almoço, ela foi tomar seu banho no veterinário. Ele a examinou e nos chamou. Antes de irmos à clínica, minha esposa me ligou triste, pois já sabia que o veterinário tinha recomendado sacrificá-la.
Ao chegar à clínica, vi minha mulher com ela no colo, e uma tristeza invadiu meu coração, pois sabia que aquele amor entre as duas durava mais de 15 anos e estava chegando a um fim. O veterinário conversou conosco, explicou detalhadamente tudo, o sofrimento que ela estava passando e o estado que só iria piorar, e pediu para tomarmos uma decisão: sacrificá-la ou não.
Puxa, que situação ruim! A Nala já não estava vivendo mais, mas sobrevivendo e a cada dia pior. Mas que decisão tomar? Deixá-la sofrendo apenas para mantê-la ao nosso lado? Sacrificá-la para deixar de sofrer? Naquele momento me vi despreparado para a vida, e decidir pela morte.
Tive de pedir um momento, sentir meu coração, ouvir minha consciência, e talvez o apelo da Nala. Pensei sobre o que eu gostaria que fizessem comigo se eu estivesse numa situação como a dela, e a resposta veio clara em minha mente: gostaria que aqueles que me amam me livrasse de tanto sofrimento, que entendessem que numa situação junto à Natureza isto jamais aconteceria, que entendessem que estariam dando a mim, a possibilidade de liberar-me para transformar-me em outra forma de energia.
Então decidi, com muita tristeza de ter de perder o convívio com ela, mas profundo respeito pela Nala, que não deveria ser egoísta e tê-la ao nosso lado, naquele estado. Assinei o termo de responsabilidade para que ela tivesse uma passagem digna, sem dor, e providenciei a cremação particular, já que a ex-prefeita Marta acabou com a da Prefeitura, um absurdo que não cabe comentar aqui (ela assinou a Lei que determina que o destino dos animais seja o aterro sanitário).
Orei para que São Francisco cuidasse da sua passagem, e que ela seja um Ser livre e possa viver outras formas de vidas, sabendo que somos gratos por todo amor e carinho que nos ofertou nesta vida. Nala, onde quer que esteja agora, na forma que estiver, sabia que você fez diferença na minha vida.
Nala, 19.. - 2008 :-)
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 00h07.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
A semana passada tive a oportunidade de palestrar para mais de 1.000 profissionais em três locais e estados diferentes.
Foram dois temas que apresentei: "Um novo olhar para o sucesso" e "A importância da Visão, Missão, Valores e Princípios vividos por todos da empresa para que os resultados sejam atingidos".
Embora sejam temas diferentes, em comum há sempre a necessidade dos participantes de pedirem fórmulas mágicas para aplicarem e, chazan!, o dia-a-dia se transformar em algo completamente diferente, como por milagre. Sempre digo que não há milagre, mas sim determinação e consistência.
Acredito que educar é dar a oportunidade, facilitar o processo, de outros aprenderem por si só "como pensar". Acredito que dar fórmulas prontas é ensinar "o que pensar", e isto é condicionar, longe de educar.
Como educador de mim mesmo, acredito que questionar é dar a oportunidade de aprender algo novo. Saber fazer perguntas é portanto parte fundamental do processo de aprendizagem e educação. Aquele que não sabe fazer perguntas, estará sujeito a seguir àqueles que já as fizeram, e que passaram a afirmar suas respostas como regras, ou mesmo verdades.
O mundo dos negócios, as famílias, os cidadãos, precisam aprender a fazer perguntas, a questionarem-se, senão continuarão repetindo erros de seguir modismos e milagreiros de plantão.
Quem participou das minhas palestras teve esta oportunidade, de aprender a questionar, o "como pensar", e também levar para sua vida exemplos, "cases", para referência. Não regras, não verdades absolutas, mas sugestões.
Costumo dizer que se apenas caminhos e "o que pensar" fizessem um mundo mellhor, o Bhagavad Gita, o Dhammapada, a Torá, o Alcorão, a Bíblia, e outras publicações deste genêro, já teriam tornado o mundo melhor há milhares de anos.
A complexidade do Ser humano é reflexo da beleza da diversidade do Universo, de Deus, para aqueles que acreditam que há um. Portanto, acredito que os Grandes Mestres jamais quiseram deixar um conjunto de regras sociais, espirituais, morais, o que fazer, mas sim, um caminho para aprendermos a pensar, "como pensar", e ampliarmos nossa consciência.
Fica aqui minha dica para esta semana: para cada afirmação que ouvir, lembre-se que aquela é a opinião do interlocutor, longe da verdade. Ele pode até mesmo estar repetindo sem ter se questionado, refletido, ampliado a própria consciência. Questione-se sobre o que o faz identificar-se com o que ouviu ou discordar. Este já é um bom caminho para o auto-conhecimento, e o aprendizado de "como pensar".
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser feliz.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 09h44.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Parece que falar de Redes Sociais causou um impacto interessante nos profissionais do mercado. Fico feliz de vê-los participando, elogiando, criticando, enfim, mostrando que estão atentos às opiniões publicadas na web.
Volto ao tema, pois encontrei um bom exemplo ontem, de um post num blog, com publicação simultanea no Orkut, Facebook e três Foruns, onde o autor deixou claro que recebeu o produto do fabricante para testá-lo. Um produto tão caro, que ele jamais teria grana para comprá-lo, porém deixava explícito este fato, para que o visitante da sua rede social soubesse deste importante detalhe, que pode ou não, disse pode ou não, ter gerado um viés na avaliação e comentários.
Este é o tipo de credibilidade que um autor deve ter ao querer se relacionar num meio formador de opinião. Parabéns!
Mudando de pato pra ganso, hoje fui ao Ibirapuera na hora do almoço. Um relax gostoso no meio do corre-corre paulistano. Fui ao MAM e na Bienal, onde visitei a Exposição Bossa 50 (uma viagem na história da Bossa Nova - imperdível para quem curte música) e a Running Show (uma feira de esportes - mais precisamente, para corredores, com boas ofertas).
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser feliz.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 23h19.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
A moda agora é falar de Redes Sociais. O negócio agora é faturar com Redes Sociais. Novos negócios surgem para atender este mercado, com pessoas dizendo-se especialistas, e alguns cobrando caro, mas as perguntas que deixo são: eles sabem o que estão fazendo? Estão inovando?
Na minha opinião, não. São velhas senhoras disfarçadas de jovens, apenas por estarem de minisaia, fazendo o que sempre fizeram antes.
Inovação é outra coisa. Rede social é gente, é linguagem que estabelece relacionamentos e relacionamentos que determinam linguagens.
Redes Sociais não são mecanismos tecnológicos, não são textos jornalísticos, não são marqueteiros tentando manipular pessoas. Quando vejo blogueiros pagos por empresas para escrever artigos a favor delas, sem informar ao leitor que é publicidade paga, ou informe publicitário, fico indignado.
Esta história de faturar às custas do inocente internauta vai matar a galinha dos ovos de ouro, pois ele vai sacar mais cedo ou mais tarde, que está sendo feito de bobo e utilizado para fins comerciais. Está faltando um código de ética neste mercado, e uma associação se faz necessária para definir regras e separar os bons dos maus profissionais.
Enquanto isto, Amigos do Bem!, lembrem-se sempre isto: educar é ensinar "como pensar" e jamais "o que pensar". Portanto, consumidor que está atrás de fatos, produtos e marcas para consumir, sem saber como pensar, será sempre presa fácil da mídia e profissionais ambiciosos.
Seja Feliz! Todos os Seres, que sabem como pensar ou não, merecem ser feliz.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 09h18.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Como é gostoso contatar gente nova, lugares novos, aprender! Este fim de semana tive ampla oportunidade de vivenciar isto e enriquecer-me.
Meu espírito de eterno aprendiz me renova a cada contato, a cada palestra. Meu descontentamento com o status quo me incentiva a manter-me aberto, e mesmo nos momentos onde todos pensam que estou ensinando e compartilhando minhas experiências, está ocorrendo, na verdade, uma troca de aprendizado.
Quero aprender até o último dia de minha vida com a inocência de uma criança que quer viver cada experiência para então poder dizer que sabe. Não quero ser como um adulto tolo que leu, viu ou ouviu e já afirma que sabe, sem experimentar por si mesmo.
Quero ser o meu próprio mestre e aprendiz, pois acredito na diversidade e liberdade. Prefiro continuar aprendendo a educar-me "como pensar livremente" do que acreditar cegamente em alguém que prefere me educar para me escravizar com "o que devo pensar".
Acredito que para aprender com liberdade exige-se romper paradigmas, a libertar-se daquilo que o coletivo afirma ser verdade, das crenças, tradições, costumes que foram parte do passado, e das normas sociais.
Cuidem-se! Principalmente com esta abundância atual de gurus, mestres e pessoas que se dizem iluminadas que prometem resultados e meios para a sua liberdade, pois eles te vampirizarão e escravizarão às custas de sua ignorância, desejos e medos. Eles dirão o que você tem que pensar, e jamais te educarão como pensar com liberdade e independência deles.
Seja Feliz! Todos os Seres, livres e escravizados, merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 23h50.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Afinal, quem acredita que fim de semana é para descansar e dias da semana para trabalhar?
Ainda me surpreendo com pessoas que ficam horrorizadas quando digo que tenho trabalho aos sábados e domingos. Vejo que a norma social supera suas próprias agendas, e portanto, normal é seguir a regra imposta pela sociedade.
A agenda de um empreendedor e empresário segue a estratégia de seus negócios, porém sempre há tempo para incluir oportunidades, seja pessoal ou profissional, sem dia ou horário, considerados socialmente normais.
Este é um fim de semana de trabalho. Serão duas palestras, em duas cidades separadas por 1300 quilômetros, sobre um tema atual e importante para a vida profissional: "um novo olhar para o sucesso".
Esta é uma palestra de quebra de paradigmas que combinei teoria e prática, para que os presentes saibam como aplicá-la no seu dia-a-dia, pessoal e profissional. Através dela, mudanças e transformações têm lugar nas empresas e os resultados aparecem ao mesmo tempo que as pessoas sentem-se com mais auto-confiança e focadas.
Oferecer esta oportunidade à vida de centenas e milhares de pessoas vale uma mudança na minha agenda, concorda? Receber o carinho de um sorriso espontâneo vale mais que 48 horas apenas de ócio, pelo menos para mim.
Um ótimo fim de semana a Todos que descansarão ou trabalharão nele.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 09h54.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Deixo uma mensagem sobre ceticismo que recebi do Sri Sri Ravi Shankar:
Ceticismo
Ignorância é ser cético e não saber que você é um. Se você pensa que é cético, você deixa de ser cético porque você tem idéia de algo além. Então, na realidade, você nunca pode saber se é cético ou não. Um cético fica preso no paradigma, fechando todas as possibilidades. Mas esta criação é de possibilidades. Assim que se compreende a mudança de paradigma, o ceticismo é removido.
Um cientista de verdade não pode se dar ao luxo de ser cético porque isso acaba com todas as possibilidade e não o permite investigar áreas desconhecidas da existência. Ceticismo é uma atitude de “eu sei tudo”, e tal atitude é não-científica. Percepção e inferência são dois meios de conhecer e o ceticismo é dissipado pelo conhecimento.
Dentro de cada ser humano há fé e amor. O que você percebe como ceticismo em alguém é apenas uma fina camada. Se você pensa que alguém é cético, você encoraja o dele. Não reconheça o ceticismo de alguém através de uma discussão, pois uma discussão apenas fortalecerá esse ceticismo. O medo da interferência na liberdade de alguém traz mais resistência e gera ceticismo. Não há nada melhor que o seu silêncio e um sorriso que vem do coração para dissipar o ceticismo. Silêncio significa qualidade da consciência, não apenas manter os lábios fechados.
Ceticismo não surge em crianças. Surge apenas em pessoas que caminham entre barreiras. Crianças vivem em seu mundo de fantasia, um mundo de muitas possibilidades, um mundo de inocência, alegria, beleza e muito amor.
Sri Sri Ravi Shankar
Seja Feliz! Todos os Seres, céticos ou não, merecem ser feliz.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 00h51.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Tenho o hábito de acordar para meditar bem cedinho, e na maioria das vezes quando termino, ainda tenho tempo de contemplar a Terra girar e sol aparecer.
Hoje tirei uma foto deste momento, e registrei duas ou três luzes que costumam estar acesas nos prédios que ficam na direção do raiar do dia. Quem será que também está acordado nesta hora, naqueles lares? Será que fazem o mesmo, ou estão apenas preparando-se para uma jornada de trabalho ou estudo?
São Paulo é uma cidade individualista, onde cada apartamento, casa ou barraco é autônomo, e pouca comunicação existe entre todos. Às vezes nos surpreendemos ao ver nas notícias algo ocorrido no vizinho, mas estranhamente não sabemos nem quem era.
Fica aqui minha curiosidade de saber quem são estes Seres que habitam estes apartamentos e também despertam diariamente bem cedinho. Se alguém que lê este blog souber quem possam ser, deixe um recado.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 06h54.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
A Reuters publicou ontem uma foto que mostra o contraste da atual realidade chinesa.
De um lado a riqueza, criatividade e tecnologia que vimos no espetáculos da abertura dos Jogos Olímpicos e do outro, a realidade cotidiana de mais de 1 bilhão de chineses que ainda vivem precariamente nas cidades.
Enquanto 90 mil pessoas privilegiadas estavam no estádio, mostrando seu sucesso e ascenção social ao ocidente, outros viram assim a abertura...
E assim caminha a humanidade, valorizando percepções de progresso econômico e varrendo para debaixo do tapete aquilo que ainda precisa aprender a lidar, ou seja, o amor, a igualdade e respeito pelo Ser humano.
O bom hoje em dia, num mundo digitalizado, é que a Internet já não permite mais que apenas um lado da história seja contado em tempo real. Por mais controle que possa haver por parte de um governo, sempre haverá um bit circulando por ar, fio ou ondas de rádio e TV.
O bem e o mal não existem, são apenas valores atribuídos pela percepção individual ou coletiva quando observa qualquer ponto focal. Os chineses terão de aprender o que já sabem através do Tao: o bem está contido no mal e vice-versa. Não adianta eles quererem controlar e mostrar apenas o que se desejam ver.
Seja Feliz! Todos os Seres, controladores ou não, merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 14h11.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Há um ano atrás, nesta mesma data, eu estava em São Paulo uma semana após retornar de um curso em Pequim.
Em julho de 2007, o estádio em forma de ninho estava em construção, a piscina em forma de cubo de gelo também.
Hoje, pude assistir o maior espetáculo dos Jogos Olímpicos desde que me conheço por gente. A história milenar, a tradição de um povo inovador e criativo foi contada com a avançada tecnologia disponível naquele país.
Para muitos ocidentais que se esquecem que 1 de cada 3 computadores do planeta são fabricados na China, fica a compreensão da potência tecnológica que este país se tornou, e exibiu-a aplicada a mais bela arte tradicional.
A Todos os povos que habitam este planeta Terra, fica a abertura de união, respeito, honestidade e exemplo de superação individual e coletivo para o crescimento do Ser Humano proposto no espírito olímpico.
Parabéns aos amigos chineses pela maravilha de espetáculo que proporcionaram a Todos!
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 13h37.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
O que está acontecendo com o mundo que está consumindo marcas e mais marcas sem critérios de qualidade, bom gosto e do que é realmente bom?
Fico escandalizado como cada dia mais e mais pessoas consomem marcas para tentarem se esconder atrás delas, como se o aval delas fosse um seguro contra o mal gosto e incompetência de classe. Ruim para as marcas, pior para os bregas.
Um bom exemplo da boa qualidade mal apreciada por não estar identificada com uma marca, foi o abaixo:
O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube, veja abaixo:
Seja Feliz! Todos os Seres, consumistas de etiquetas ou não, merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 17h34.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?
Não foi desta vez que fiquei milionário, mas estou aberto a receber do Universo prêmios tão bons quanto a felicidade de viver. Quando chegar a hora, receberei com sabedoria, e continuarei dando uma forcinha lotérica para Ele me ajudar.
Recebi um e-mail da Amiga do Bem!, Fátima Lemmi, com boas dicas ecológicas que publico a seguir:
"... os cartuchos de tinta podem ser doados à ONGs, o Hospital Albert Einstein recolhe e redistribui para a favela Paraisópolis, isso é só um exemplo...os seus leitores devem conhecer ou procurar entidades próximas às suas residências...os computadores e aparelhos eletrônicos quebrados podem ser doados à APAE, Lar Escola São Francisco entre outros,os locais que fazem Bazar da Pechincha ou Brechós são muito frequentados por profissionais que compram e reutilizam partes, peças, carcaças, contribuindo com um dos "R"s que é a reutilização.
É isso!!!
um abraço,
Fatima"
Vamos continuar colaborando e mantendo o Planeta saudável para as futuras gerações.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 10h36.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das conseqüências e responsabilidades do meu ato?