blog do Bem!


Dia da Voz

Olá amigos do Bem!

Parabéns para o nosso blog do Bem! Mais de 6.000 visitas hoje. Que legal ver que esta corrente do Bem está se fortificando em menos de dois meses de vida. Obrigado por fazer parte dela!

Nosso amigo do Bem Milton Jung, jornalista da rádio CBN e TV Terra, informou que hoje é o Dia da Voz, criado para que todos nós possamos lembrar de certos cuidados básicos que devemos tomar para evitar problemas e doenças.

Mas afinal como produzimos a voz? Não me atrevo a escrever sobre isto, apenas me recordo das aulas de canto onde minha professora falava que: "a voz é a maneira que a natureza sabiamente transformou o ar num artista, poeta, cantor, orador e amante da vida." Quem canta os males espanta! dizia minha avó. Como é bom cantar. Não queiram me ouvir, mas é muito bom!

Você tem dificuldade para se imaginar sem falar? Sem se ouvir falando? É estranho, mas é muito bom, quando fazemos isto voluntariamente, por vontade própria, gozando de saúde. Quando calamos a matraca, podemos ouvir apenas a conversa interior, e como ela fala. Acalmar a mente e calar a voz interna é mais difícil que calar a boca, mas a sensação do silêncio, da paz, é única.

Anualmente, em todo mundo, milhões de pessoas fazem retiros de silêncio, e eu sou uma delas. Este ano, um amigo meu foi fazer este retiro de meditação e silêncio pela primeira vez. Ele pensava que era impossível ficar sem falar por 10 dias. Ele jamais tinha meditado e ficado em silêncio por tantos dias.

Ao voltar, ele descobriu que era possível, e que foi uma experiência muito interessante. Muitas reflexões foram possíveis graças ao fato dele ficar sem ouvir sua voz e a de mais ninguém. Um silêncio que incomoda quem ainda não conhece a paz implícita nele. O engraçado neste retiro é que fazemos um voto de silêncio ao chegar, chamado "Noble silence" - nobre silêncio. No último dia, muita gente dispara a falar, e apelidamos este momento de "Noble chat" - nobre falatório. É divertido ver pessoas desesperadas por ter que compartilhar suas experiências, sem poder simplesmente guardá-las para si, guardando silêncio.

Mas nós somos seres que necessitamos trocar experiências de vida. E nesta troca, a voz é uma grande ferramenta. Aproveite o Dia da Voz e consulte o seu otorrinolaringologista, é isto aí mesmo, pois ele poderá fazer um check-up nas suas condições vocais e cardio-respiratórias. Uma fonoaudiologista também pode te ajudar a falar melhor.

Aproveite o momento, faça algumas horas de silêncio voluntário, dando uma folga de presente para sua voz.

Fale "Eu te amo" a todos que você ama!

Depois, curta a sexta-feira e vá dançar e cantar a vontade.

Bom fim de semana! Seja Feliz! Abraços,

Marcos Aranha ü

 


Publicado às 23h03.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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Será?

Olá amigos do Bem!

Começo rapidamente respondendo a uma queixa de uma amiga do Bem que ficou brava comigo por ignorar o "Dia do Beijo, comemorado mundialmente na última terça-feira, menos no blog do Bem". Peço desculpas publicamente pela minha ignorância, mas até então, para mim, todo dia era dia de beijo, e ainda não entendo o que tem a ganhar quem criou um dia destes. Assim que não fique brava comigo não. Beijos atrasados para você e todas que se sentiram ofendidas pelo meu erro!

Bom, o assunto de hoje é uma dica para a criação de novas possibilidades na vida, a partir dos paradigmas conhecidos. Por exemplo, os ditados e provérbios que usamos.

Quando eu era adolescente (sem risos pois não faz tanto tempo assim e ainda me lembro como se fosse ontem), tinha alguns amigos "socialmente diferentes". Gente boa, que gostava de provar coisas diferentes (digo isto para não comprometê-los, já que alguns são pais caretas hoje em dia, e morreriam de medo que seus filhos soubessem que eles fizeram isto na vida).

Acho que fui um bom amigo e funcionava como um porto seguro para eles. Um amigo que estava ali para as horas boas, e de problemas também, que diga-se de passagem, foram muitos. Digo isto pois eu tinha outras escolhas. A endorfina produzida no esporte era minha droga natural, era o meu grande barato. Gostava e gosto deles, apesar das diferenças de escolhas de como nos equilibrávamos na vida. Nunca achei eles loucos, nem eles eu careta. Como na vida de todo adolescente, a droga era um assunto curriqueiro, e não usá-la, era uma decisão diária, dada a facilidade de acesso. Eles eram, e são, seres humanos muitos legais, e trouxeram sempre um ponto de vista diferente para minha vida, ajudando-me a refletir e ampliar a percepção do mundo.

Obviamente que meu pai ficava muito preocupado com minhas amizades, e ficava com a pulga atrás da orelha, desconfiado, apesar de conhecer minha agenda esportiva lotada. 

Um dia meu pai veio todo cheio de coragem e disse: "Marcos estes seus amigos tomam drogas. Não minta para mim. Eu sei disto. Fale a verdade. Você também está tomando drogas?"

Respondi a ele a minha verdade: "É mesmo, meus amigos tomam drogas. Eu não, eu faço esportes." Ao que ele prontamente me disse: "Filho diga a verdade, estou aqui para te ajudar a sair disto." Respondi: "É verdade o que disse. Eles tomam drogas. Eu não."

Aí, ele veio com o célebre ditado: "Diga-me com quem andas e te direi que és."

Ao ouvir isto, e sentir-me muito mal pela desconfiança dele, respondi: "Pai, será que o pai de Judas disse o mesmo a ele: Diga-me com quem andas que te direi que és? Será? Bem, nem porisso Judas aprendeu o que é o amor, né?."

A partir disto, tivemos um papo muito legal, aberto, sincero, honesto, que mantemos até os dias de hoje. Descobrimos que mudando o paradigma de autoridade para amigo, do medo do passado dele para o nosso presente, poderíamos ter confiança mútua e crescermos juntos. Um simples "será?" criou novas possibilidades de reflexão.

Comento isto aqui pois todos os dias nós ouvimos "verdades" através de chavões, frases prontas, provérbios e ditados, aceitando-os, às vezes sem questionar. Tem até livro de frases, e noto executivos decorando e repetindo sem refletir. Uma pena, pois a vida oferece tantas oportunidades, e as deixamos passar.

Proponho algo fácil e simples que uso para mim, ensino no coaching e falo em palestras: todo ditado e provérbio que escuto, acrescento um questionamento ao fim dele. Exemplo: "será?"; "em que contexto foi falado?"; "quem disse para quem?"; "onde isto é assim, em todos os lugares?"; "para quem, todo mundo?"; "quando, sempre?"; "o que acontecia naquela época?"; etc.

Quer ver outro clássico? "Deus ajuda quem cedo madruga". Será? Quem falou isto? Qual era o contexto que foi dito? Olhe as estatísticas do horário de trabalho cruzadas com o resultado financeiro dos mesmos trabalhadores e reflita sobre este provérbio. Certamente o contexto era outro. Vá às 5 da manhã na rua e veja se tem algum milionário indo ao trabalho diário. É mais fácil vê-los voltando de alguma noitada.

Tenho feito isto, apenas perguntas sobre as velhas afirmações. E noto que podemos sempre ampliar muito nosso ponto de vista sobre nossas verdades e paradigmas interiores, e quem sabe, dar uma chance para as mudanças do pensar, sentir e agir. Tente! Ou continue repetindo aquilo que um dia ouviu e te pareceu correto, se for bom para você.

Vamos lá, lembre-se de um ditado ou provérbio. Lembrou? Comece a questioná-lo. Surpreenda-se com as respostas e novas possibilidades criadas.

Pergunte-se agora: será verdade isto que o Marcos escreveu? Reflita!

Abraços,

Seja Feliz! Tudo de Bom!

Marcos Aranha ü


Publicado às 23h48.
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Até tu ateu!

Olá Amigos do Bem!

Hoje conto uma história de poucas horas atrás.

Tenho um amigo que tem o maior orgulho de dizer e repetir que é ateu. Eu o conheço desde os tempos da faculdade quando eu estudei economia e ele comunicação. Ele se formou em jornalismo e hoje trabalha com publicidade, onde atua como redator. É um personagem cheio de carisma e histórias ricas em detalhes.

Nos últimos tempos nos vimos raríssimas vezes, mas quando ele soube do blog do Bem através de um outro amigo, entrou leu e me escreveu um e-mail, uma breve história dos últimos acontecimentos, resumida em quase quatro páginas (imaginem se ele não tivesse sido breve). Mas ler o e-mail dele foi como ler uma crônica do cotidiano. Em vez de responder o e-mail, eu telefonei.

Ele falou por 20 minutos sem me dar uma chance de dizer que eu só teria 30 para falarmos. Numa pausa dele eu tentei tornar o monólogo em diálogo e fui bem sucedido.

- "E aí Zé, estou vendo que sua vida mudou muito. Você está feliz?

- Sabe Marcão, as coisas mudaram como você já ouviu. A vida deu uma volta, para melhor, quer dizer, sei lá. Tô numas paradas diferentes. Minha quarta mulher é tipo você, assim, papo sério, nada de superficial. Você vai conhecê-la e vai gostar. Ela é super espiritualizada, e conhece muito da vida. Foi casado com um cara lá na Índia e aprendeu muitas coisas boas. É do Bem. Hoje ela vive dando cursos e tem até empresa americana contratando ela para fazer consultoria de qualidade de vida.

- Mas conta pra mim: como é para um ateu viver ao lado de um pessoa assim? Me lembro da Claudinha que você vivia reclamando que queria fazer a sua cabeça e que o casamento foi pro brejo depois que ela queria que você a acompanhasse na missa de Santa Rita de Cassia...

- Pois é. A vida mudou. Não que agora eu seja religioso, continuou ateu, mas acredito nas energias.

- Como é isto, explica para mim o que é ateu para você.

- Bom Marcão, você é um cara meio ecumênico, sei lá, tem fé, deixa cada um acreditar no que quiser, sem forçar a barra. Acho que é isto. Continuo sem uma religião, um dogma, mas tenho fé em algo que é difícil de explicar. Minha mulher acredita em deuses e deusas da Índia. Eu aí já tô fora. Mas quando chega a hora de meditar e orar para agradecer, eu faço com ela. Não sei como chamar isto, mas religião é que não é.

- Olha, sinto te dizer, mas de ateu, você já não tem mais nada. Fé é aquilo que você acredita de verdade sem ter que explicar, nem provar. O simples crer já é uma verdade em si, uma prova de que você agora tem fé em algo maior. Antes, quem te ouvia falar percebia um cara cético, que duvidava de tudo e queria provas e mais provas. Isto, ter uma fé, eu chamo de espiritualidade, o ato de crer com o coração, sem dogmas ou referências do passado.

- É, acho que é isto. Mas continuo ateu.

- Bom, meu amigo. Ateu ou não, você continua muito gente do Bem. Tenho que desligar agora, mas fique tranquilo, até tu, ateu, já crê num Deus, e isto te faz Bem e feliz. É tudo que importa. Vale seguir seu coração e  estar numa boa. Abração e vou contar esta história amanhã no blog pois acredito que tem muita gente de fé que está confundindo a verdadeira espiritualidade com dogmas, e quem sabe isto poderá ilustrar um outro ponto de vista.

- Abração Marcão. Vamos nos ver. Quero continuar este papo. Como você diz lá no blog, Seja Feliz!

- Seja Feliz! Tudo de bom!"

Esta história reflete muito o que sinto sobre a confusão que está se instalando no mundo quando tratamos de espiritualidade e religiosidade. Deus é vida, é amor, é tudo, é todos. Matar outro Ser em nome de Deus é coisa dos Homens de pouca fé e certamente nada a ver com a verdadeira espiritualidade ou religiosidade, ou Deus. Para deixar as diferenças e discussões dogmáticas de lado, sempre procuro me lembrar que todos os caminhos levam ao mesmo destino, Deus. O importante é encontrar um caminho e seguí-lo com fé. Quando pintar a dúvida e um namoro com outro caminho, saiba que a fé foi abalada, e a conexão, religação, perdida. Em vez de ficar julgando se é bom ou mal, certo ou errado, encontre um novo caminho e siga-o com fé.

Quando se tem fé, esta certeza de que é verdade, sem a necessidade de provar ser verdadeiro, tudo se torna mais claro, apesar de termos que atravessar certas escuridões.

Qualquer que seja seu caminho, conecte-se, "religue-se" com fé e agradeça pela beleza que é viver com saúde, paz e consciência, respeitando o próximo.

Abraços,

Seja Feliz! Todos os seres merecem ser felizes!

Marcos Aranha ü


Publicado às 22h05.
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A brincadeira dos sentimentos

Olá amigos do Bem!

Falar de sentimentos de uma maneira fácil e divertida foi o que encontrei neste texto que compartilho com vocês.

Tudo de Bom! Seja Feliz!

Abraços, Marcos Aranha ü

Certo dia, os sentimentos humanos decidiram brincar. Depois que o Tédio bocejou três vezes pois a Indecisão não chegava a conclusão nenhuma e a Desconfiança estava tomando conta, a Loucura proôs que brincassem de esconde-esconde.

A Curiosidade quis saber todos os detalhes do jogo, e a Intriga começou a cochichar com os outros que certamente alguém ali iria trapacear.

O Entusiasmo saltou de contentamento e convenceu a Dúvida e a Apatia, ainda sentadas num canto, a entrarem no jogo. A Verdade achou que isso de esconder não estava com nada, a Arrogância fez cara de desdém pois a idéia não tinha sido dela, e o Medo preferiu não se arriscar: “Ah, gente, vamos deixar tudo como está”, e como sempre perdeu a oportunidade de ser feliz.

            A primeira a se esconder foi a Preguiça, deixando-se cair no chão atrás de uma pedra, ali mesmo onde estava. O Otimismo escondeu-se no arco-iris, e a Inveja se ocultou junto com a Hipocrisia, que sorrindo fingidamente atrás de uma árvore estava odiando tudo aquilo.

            A Generosidade quase não conseguia se esconder pois era grande e ainda queria abrigar meio mundo, a Culpa ficou paralisada pois estava mais do que escondida em si mesma, a Sensualidade se estendeu ao sol num lugar bonito e secreto para saborear o que a vida lhe oferecia, pois não era nem boba nem fingida; o Egoísmo achou um lugar perfeito onde não cabia ninguém mais.

            A Mentira disse para a Inocência que ia se esconder no fundo do oceano, onde a inocente acabou afogada, a Paixão meteu-se na cratera de um vulcão ativo, e o Esquecimento já nem sabia o que estavam fazendo ali.

            Depois de contar até 99 a Loucura começou a procurar. Achou um, achou outro, mas ao remexer num arbusto espesso ouviu um gemido: era o Amor, com os olhos furados pelos espinhos.

            A Loucura o tomou pelo braço e seguiu com ele, espalhando beleza pelo mundo. Desde então o Amor é cego e a Loucura o acompanha.

            Juntos fazem a vida valer a pena – mas isso não é coisa para os medrosos nem para os apáticos, que perdem a felicidade no matagal dos preconceitos, onde rosnam os deuses melancólicos da acomodação.

 


Publicado às 22h33.
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Agite-se

Olá amigos do Bem!

Curtiram o feriado? Muito chocolate? Tomara que sim.

Hoje estamos publicando um texto que chegou, enviado por quatro diferentes amigos do Bem. A versão publicada é a do Victor que fechou o texto com seu ponto de vista.

Aproveitem e reflitam sobre a auto-motivação, ou motivação externa.

Seja Feliz! Boa semana, abraços, Marcos Aranha ü

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. 

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. 

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.

Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais.

Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. 

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto.

Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor ? 
 
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os  peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados. 
 
"Deixando de lado a obsessão dos japoneses por peixe fresco esta história mostra que com foco, criatividade e perseverança é possível chegar-se a soluções inovadoras.

Quando as pessoas atingem seus objetivos elas podem perder as suas paixões.  Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Reorganize-se! Priorize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. 

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos
objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença."


Publicado às 22h43.
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