blog do Bem!


Obrigado!

Sobre o marco de 10.000 leitores do blog do Bem:

Gostaria de agradecer publicamente às 12 pessoas do Bem que ontem dedicaram um tempo de suas vidas para escrever boas palavras sobre o blog do Bem, e como ele passou a fazer partes de suas agendas diárias. Saibam que é um incentivo saber disto e que valorizo tudo o que foi dito. As idéias e sugestões, serão levadas em consideração. Obrigado! Muito obrigado!

Àquelas duas pessoas que escreveram para meter o pau na fábula enviada pelo empresário, e amigo do Bem, gostaria de pedir que deixem seus pontos de vistas na sessão "Comentários" ao fim do texto. Vocês têm pontos de vistas interessantes e outros poderão gostar. Que tal vocês escreverem um texto para nós publicarmos aqui. Acredito que eles poderão contribuir para enriquecer outros amigos do Bem. Desde já, obrigado!

Bom sábado! Sejam Felizes! Todos os Seres merecem ser felizes!

Abraços,

Marcos Aranha Ü


Publicado às 05h47.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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A hiena headhunter e a mula sem cabeça

Olá Amigos do Bem!

Esperamos que todos tenham tido uma ótima semana. Este é um marco na história deste blog que irá ultrapassar os 10.000 leitores. Obrigado por participar! Abaixo você poderá ler a fábula "A hiena headhunter e a mula sem cabeça" enviada por um espirituoso empresário do Bem, ex-headhunter de uma multinacional. Divirtam-se.

Abraços, Bom fim de semana!

Marcos Aranha Ü

A hiena headhunter e a mula sem cabeça

Conta-se que numa distante floresta havia uma crise. Nela, muitos bichos encontravam-se desmotivados, sem ter o que fazer. O rei Leão, que tinha prometido milhões de empregos durante as últimas eleições, estava muito preocupado e chamou seu chefe da selva civil, o burro baio, para cuidar da situação e encontrar um novo ministro para o desenvolvimento animal.

Como o burro baio era um bicho inteligente, ele logo pensou no profissionalismo da nova selva socio-capitalista e resolveu contratar um headhunter para encontrar um animal ocmpetente para este importante cargo.

A hiena headhunter foi chamada imediatamente pelo burro baio. Ela era muito simpática, sorridente, cheia de casos de sucesso para contar, e mostrava um curriculum e networking impecáveis. Ela tinha vários diplomas de reinos distantes, falava muitos idiomas, e apesar de ser péssima caçadora, sempre soube se alimentar da caça dos outros animais. Devido a sua simpatia, ela conhecia muita gente, participava de muitos eventos, coqueteis e era procurada por todos os animais da selva que sempre esperavam algum emprego melhor para eles.

Diante de tais credenciais, o burro baio, sem questionar, assinou o contrato com a caçadora de talentos, onde se comprometia pagar como comissão um grande percentual do alimento, mais mimos, que seriam oferecidos ao animal contratado. Assinado o contrato, a hiena disse que sairia à caça imediatamente.

Como ela não é caçadora, a primeira coisa que fez foi conversar com outros animais para saber se eles tinham alguém para indicar. Conversou com a cobra que só falou mal do cargo e do burro baio. Conversou com o corvo que gritou, gritou e não falou nada. Pensou no porte do urso, mas este estava hibernando. Procurou o tigrão mas queira uma chance para participar do processo de seleção. Finalmente foi conversar com o sábio macaco prego.

O sábio macaco prego, sobrevivente da extinção da floresta, perguntou à hiena qual seria o perfil de animal buscado. Ora, respondeu ela prontamente, algum animal que tenha uma boa formação acadêmica numa universidade de prestígio, cursos de pós no exterior, fale várias línguas, se apresente bem, e tenha resultados comprovados. Ah, esqueci, imendou ela, seria um "plus a mais" que este tal animal também tenha exposição na mídia, pois assim será mais fácil de mostrar para o burro baio que ele é bom mesmo.

Depois de ouvir atentamente à hiena, o sábio macaco prego perguntou: -que tipo de valores e responsabilidades sociais seriam importantes o tal animal ter, e quais as competências humanas seriam fundamentais? Diante de tais questionamentos, a hiena decidiu que o tal macaco prego era um complicador na vida dela, afinal, o importante não era nada disto, mas encontrar um animal normal e faturar o percentual do alimento e mimos prometidos. Ela agradeceu e foi procurar o chupim conselheiro, conhecido na floresta por reconhecer boas oportunidades que não exijam esforços.

Ao encontrar o chupim conselheiro, ele já foi logo alertando: - primeiro a comida, depois a resposta. Sem poder negociar, a hiena deu algumas sementes de alpiste ao chupim e já foi logo contando o mesmo que contou ao macaco prego. Sem mesmo terminar de contar, o chupim já deu a resposta à hiena pois queria que ela fosse embora rapidinho.

Olha aqui dona hiena, a senhora está querendo é encontrar a mula sem cabeça. A mula sem cabeça, perguntou a hiena? Sim, só ela é capaz de suportar toda a carga exigida por este trabalho pra burro, e não terá muita cabeça para pensar.

Me parece brilhante sua conclusão, mas tem um problema: -como uma hiena que é caçadora de cabeças encontrará uma mula sem cabeça? É, pensando bem dona hiena, a senhora terá um pouco de trabalho desta vez, mas não muito, pois em noites de lua nova, em lugares que têm crianças, será fácil encontrá-la, respondeu o chupim. 

Ao cair da noite, a hiena notou que a lua era nova. Foi até uma creche e se pôs a esperar. Ao ouvir a briga de duas crianças e uma bedel gritar: "parem de brigar senão a mula sem cabeça vem pegar vocês", a hiena deu pulos de alegria. Agora estava fácil, era só esperar alguns minutos e o animal candidato seria encontrado.

Dito e feito, nem cinco minutos depois, a mula sem cabeça apareceu do meio do mato pronta para assustar as crianças. A hiena já foi logo avisando: - espere aí, deixe disto, você tem muito mais talentos que ficar assustando criancinhas, você tem jeito de ministro do desenvolvimento animal. Vaidosa como ela só, cansada do emprego de vilã mal remunerado, a mula sem cabeça já viu o título nos jornais: "Mula sem cabeça, um cerebro genial no ministério do desenvolvimento animal". Sem pensar nada, ela aceitou o cargo. A hiena perguntou se ela tinha um curriculum, o que prontamente a mula sem cabeça abanou o rabo dizendo que sim.

Dias depois, o burro baio se reuniu com a hiena para conhecer as recomendações de candidatos. A hiena apresentou só um, a genial mula sem cabeça. Para reforçar sua recomendação, ela mostrou o impecável curriculum: - viagens a todos os reinos animais, falava vários idiomas (buuh em todos eles), tinha estudado numa prestigiada universidade muar e adivinhe, tinha até um certificado MBA (mule behaviour animal). Mas isto não era tudo, ela tinha uma performance profissional invejável e uma competência inquestionável quanto a eficiência de seu trabalho - 100% de resultados, sem jamais falhar. Impressionado com tal curriculum, o burro baio aprovou o candidato imediatamente pagou os alimentos e mimos devidos à hiena e correu até o palácio do rei Leão.

Ao chegar lá, o rei Leão foi logo falando: -você sabe dos cortes nas despesas do reino animal, tem certeza que este candidato não irá aumentar o headcount do ministério? Feliz da vida, o burro baio respondeu: -não sua alteza, nenhuma cabeça será acrescida. Ok, respondeu o rei, mas tenho uma última pergunta: -como eu poderei garantir aos conselheiros que este candidato é o melhor da floresta? É simples, repondeu o burro baio, temos como endosso a reputação da empresa internacional da hiena, e ninguém questionará a competência dela em encontrar os melhores talentos. Sem querer saber mais nada, o rei Leão aprovou o candidato sem mesmo precisar conhecer a cara dele. No dia seguinte os jornais anunciaram o novo ministro, a mula sem cabeça realizou seu sonho e todos viveram felizes até a próxima crise.

Moral da história: quando o cliente já está com a cabeça feita, até o melhor cabelereiro diz que está tudo marravilhoso.


Publicado às 23h18.
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Não se deve julgar um livro pela capa

Olá Amigos do Bem!

Hoje estou publicando mais um texto enviado pelo amigo do Bem, Victor Ades, que já colaborou duas vezes anteriormente. Obrigado Victor, em nome de todos!

Feliz quinta feira a todos! Tudo de Bom!

Abraços, Marcos Aranha Ü

Não se deve julgar um livro pela capa

Uma senhora vestida com uma roupa muito simples, e seu marido vestido com um terno mal acabado, desceram de um trem em Boston, e caminharam timidamente até a Universidade de Harvard. Lá, sem ter agendado previamente, foram até o escritório do presidente procurando-o para uma reunião. A secretária ao vê-los pensou consigo mesma: "o que estes caipiras mal vestidos vieram fazer aqui em Harvard? Eles não mereciam estar nem mesmo em Cambridge!"

"Viemos ver o presidente", disse suavemente o senhor.

"Ele estará ocupado o dia todo", respondeu a secretária, tentando se desfazer dos dois.

"Bem, vamos esperar.", a senhora respondeu.

Por muitas horas a secretária os ignorou, na esperança do casal desistir e ir embora. Como isto parecia pouco provável de ocorrer, a secretária viu que nada iria mudá-los e finalmente decidiu incomodar o presidente.

"Talvez se o senhor vê-los por alguns minutos, eles partirão rapidamente.", disse ela ao presidente.

Ele esbravejou e indignado com a presença de pessoas tão mal vestidas no seu lindo escritório, resolveu atendê-los.
A senhora lhe disse: "Nós tivemos um filho que estudou em Harvard por um ano. Ele amava esta universidade. Mas há um ano atrás ele morreu num acidente. Meu marido e eu gostaríamos de erguer um memorial para ele neste campus."

O presidente não ficou nem um pouco tocado com a história. E ficou chocado até. "Madame", disse ele com ar mal-humorado, "nós não podemos por uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se nós  fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério."

"Ah, não," a senhora tentou explicar. "Nós não queremos erguer uma estátua. Nós pensamos em dar um prédio a Harvard."

O presidente enrolou seus olhos, fitou o vestido simples e o terno mal feito do casal e exclamou: "Um prédio! Vocês têm a mínima idéia de quanto custa um prédio? Nós temos mais de sete milhões e meio investidos em prédios aqui em Harvard."

Por um momento a senhora ficou em silêncio. O presidente ficou aliviado. Talvez agora ele poderia se ver livre deles.

A senhora olhou para o marido e disse devagar: "Eu acho que nós podemos começar uma universidade." O marido concordou com a cabeça.

A cara do presidente esmoreceu, ele ficou confuso e desnorteado.

O sr. e sra. Leland Stanford se levantaram, saíram caminhando e viajaram para Palo Alto na Califórnia onde eles construíram a universidade que leva seu sobrenome, a Universidade de Stanford, um memorial a um filho Leland Stanford Jr., que Harvard não soube dar valor.

Você pode facilmente julgar o caráter dos outros pela maneira como eles tratam aqueles que eles pensam que nada tem a oferecer.


----- A TRUE STORY

----- by Malcolm Forbes

visitei o site da Stanford University e obviamente que encontrei uma história um pouco menos reveladora que esta contada por Malcolm Forbes.

http://www.stanford.edu/home/stanford/history/begin.html


Publicado às 23h28.
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A solidão do poder e o silêncio

Olá Amigos do Bem!

Vou dar continuidade nesta série de reflexões sobre o tema solidão do poder. Ontem recebi muitos e-mails e volto a pedir que deixem seus comentários, elogios, pontos de vistas, aqui no blog, clicando em "Comentários" que está sempre ao fim dos textos. Assim, todos poderão desfrutar de suas palavras, além de gerar uma maior integração entre os participantes desta comunidade do Bem. Obrigado.

A solidão e o silêncio

Há uma máxima chinesa que diz: "O silêncio vale ouro". Fica aqui a primeira reflexão: Para quem? Quando? Onde?

Como vocês já devem ter lido aqui no blog do Bem, aprendi a criar momentos de silêncio absoluto em minha vida para a meditação. Diariamente por pelo menos uma hora, e anualmente por alguns dias. Até aí, a escolha do silêncio é minha. Não há stress, ao contrário, há muita paz - e o silêncio vale ouro. Porém, quando nós estamos no papel de empresário, executivo, empregado, etc, a coisa muda de figura. O silêncio é imposto pela confidencialidade de algum assunto, e não de uma escolha pessoal, gerando stress e solidão.

Às vezes, o medo de alguns profissionais, transformam alguma informação importante, em Confidencial. Trabalhei com um cliente de uma companhia norteamericana que era tão neurótica com segredos que tinha três níveis de confidencialidade: Confidencial - Muito Confidencial - Estritamente Confidencial. Oras, sempre questionei isto, pois ou a informação deve ser, ou não ser, segredo. Enfim, estupidezes à parte, a solidão pode começar ao se receber este tipo de missão ou seja, guardar isto só para você, e como é tecnicamente difícil, você termina por se isolar, evitando assim falar e consequentemente não deixar vazar.

Parece besteira isto, mas lembrem-se que às vezes, uma informação que vaza, pode significar milhões de dólares de prejuízo.
Descobri que tudo aquilo que achava que deveria ser restrito a poucos, ou a ninguém, mantido confidencial e em segredo, era na verdade uma falsa sensação de poder. Afinal, se estavam me confidencializando algo, deveria ser pela minha importância e poder, não? É uma sensação prazerosa num primeiro momento, mas terrível no momento seguinte, quando a sensação de solidão de guardá-lo batia só em mim, e ninguém mais.
Quanto mais me exigia, e aos outros, para manterem a confidencialidade e exclusividade da informação, mais eu me desconectava de todos, e temia o vazamento. O poder que pensava que tinha, se esvaziava. É um efeito bumerangue, óbvio e perverso, você não confia em ninguém, e ninguém confia em você. 
Parece simples, mas foi complexo entender que eu me desconectava do presente, levando-me aos pensamentos e medos, que me levavam ao passado e ao futuro.
Descobri que a confidencialidade pode nos por numa enrascada, pois ao gastarmos tanta energia para manter as pessoas e coisas sob controle, terminamos nos isolando do mundo.

O interessante é notar que aqueles que foram isolados da informação, os excluídos pela confidencialidade, terminam se unindo e excluindo àqueles que determinaram a exclusividade. É o feitiço virando contra o feiticeiro, é o "poder" trocando de mãos.
É o criador da ilha vivendo a sensação de solidão, enquanto os que não se escravizaram pelo segredo, podem viver em liberdade. Você já notou como todo mundo te olha quando você sai de uma reunião a portas fechadas com alguém importante? Somos fulminados por uma energia, que forma uma cerca ao redor de nós, né?


Hoje, quem me conhece, sabe que sigo uma vida simples e aberta, e que aprendi a lidar com a confidencialidade e segredos de vida ou morte, sem stress. Sou ético e amigo, mantenho a discrição, mas costumo repetir um dos ensinamentos do velho político Tancredo Neves que certa vez disse a outro político todas as vezes que querem me escravizar com seus segredos - "Se você não consegue guardar um segredo para você, por que acha que eu o faria?". Apesar de isto poder assustar no início, nunca ninguém deixou de me contar algo importante e pessoal, pois sabem da minha ética.

Não sei de vocês, mas comigo é comum acontecer de alguém vir até mim, pedir segredo absoluto de algo, e cinco minutos depois eu me encontrar com uma outra pessoa, e esta contar para mim aquilo que aquele primeiro alguém, tinha me dito que não tinha dito a mais ninguém, e que eu deveria manter em sigilo absoluto. Já viu isto? Então, para que assumir algo que nem quem nos pede consegue guardar, não é mesmo? Para que deixar todo mundo pensando mal de você, do segredo que guardou, do conchavo que fez?

Esta máxima chinesa também é usada por bandidos e corruptos que sobrevivem "comprando" o silêncio com o poder do dinheiro, coação física, ou de mortes.

Portanto é bom lembrar que a solidão do poder existe para quem se desconecta do Todo, e o excesso de "confidencialidade" pode ser uma arma maléfica. Se você só confia em poucos, porque muitos confiariam em você?

O silêncio vale ouro sim. O importante é nós aprendermos quando vale a pena permanecer em silêncio e não quando os outros acham importante que permaneçamos em silêncio por eles.

Abraços,

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser Felizes!

Marcos Aranha Ü


Publicado às 07h49.
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A solidão e o presente

Olá Amigos do Bem!

Já começaram a correr riscos? Sorriu mais? Como um bebê? As mudanças começaram? Bom, né?

Hoje estou publicando uma primeira reflexão sobre um tema recorrente na vida profissional - solidão - este sentimento devastador que acompanha todos aqueles que têm que tomar decisões importantes, que impactam não apenas a sua própria vida, mas a de muitos.

A solidão e o presente

Executivas e executivos me procuram para perguntar se há solução para a solidão que sentem no poder. Imagino que o presidente Lula também deva estar vivendo esta sensação depois dos últimos acontecimentos. Sensação que aparece quando se descobre que é impossível realizar todos os sonhos, sozinho, e temos que confiar no próximo.

As pessoas que me perguntaram sobre isto, o fizeram isoladamente, confidencialmente, pedindo segredo. É engraçado notar que elas nunca falaram isto em público, abertamente, como se fosse um fracasso, algo incomum. Muito pelo contrário, nove entre dez estrelas usam Lux e sentem solidão, apesar de lindas e perfumadas. É algo natural.

Enfim, não sou doutor, não pretendo dar uma de psicólogo, nem nada.
Compartilho aqui meus pensamentos e observações pessoais sobre este tema, a solidão do poder, para gerar entre nós uma troca de conhecimento e experiências pessoais.
Espero que sirva a mais alguém e também que os motivem a se abrirem para colaborar com outros profissionais, que como alguns dos leitores, já trouxeram este difícil tema, ok?

Já experimentei a solidão do poder como uma sensação de desconexão com o mundo, de isolamento, ou melhor, um auto-isolamento.
Digo uma sensação pois na verdade nada ao redor muda, apenas começamos a sentí-la.
Há um montão de explicações para entendermos com a mente racional que não estamos sós, mas apesar delas, a sensação é de solidão. Parece que todo mundo foi embora, que as palavras dos outros se tornam vazias, ou interessadas em causa própria. Parece que só nós estamos realmente interessados em todos.
Quando sentia solidão do poder, notava que muitos pensamentos tomavam conta da minha mente, levando-me ao passado, ou ao futuro, desconectando-me do presente.
A partir daí, o processo de desconexão me levava à sensação de isolamento, como numa ilha, que foi separando-me da realidade, do Todo.
Hoje, quando os indícios começam a surgir, posso identificá-los prontamente, e fica fácil retomar a conexão com o Todo, abrindo-me à ele, e focando no presente. Ao fazer isto, a sensação vai, como veio.

Quando estou no estado presente, em Paz, em equilíbrio comigo, mesmo se estiver totalmente só, sinto uma enorme sensação de conexão com o Todo, sinto-me acompanhado.
A este estado, chamo de Solitude, a plenitude até estando só.
Nele estou totalmente aberto, presente, pois estou integrado, aceitando o Todo e o Tudo, como eles se apresentam diante de mim, sem medos e julgamentos, sem quereres.
É uma disciplina constante, um compromisso de estar alerta, no presente, mas vale a pena pois a plenitude é uma sensação atingível a nós bípedes que sofremos dos males de pensar muito.

Desenvolver a capacidade de atenção, a concentração, observação e até meditação, colabora e facilita estar no presente, e esvaziar os pensamentos, julgamentos, medos, e principalmente, a sensação de solidão. Pelo menos para mim e aqueles que adotaram estas técnicas.

A solidão do poder e o presente não combinam. Onde está um, o outro não está. Experimente!

Tudo de Bom! Boa terça feira!

Abraços, Marcos Aranha Ü


Publicado às 23h16.
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Correr riscos

Olá Amigos do Bem!

Bom Dia! Boa Semana!

Ontem no Ibirapuera encontrei alguns amigos do Bem que foram lá para meditar para a paz. Tivemos alguns momentos bons lá na praça. E no fim, adivinhe, não houve meditação devido ao forte calor do meio dia, apenas um pouco de exercício de respiração. Uma pena! Mas valeu ouvir Sri Sri Ravi Shankar falar sobre seu trabalho que hoje atende mais de 20 milhões de crianças em 144 países, e se tornou a 2a maior ONG do mundo com fins pacíficos. Palmas para eles, em 22 anos de existência, são quase 1 milhão de crianças por ano.

Deixo aqui algo que ele falou. Aqueles que gostam de estatísticas para justificar as coisas simples da vida vão gostar disto e quem sabe dar uma chance para mudar sua atitude.

1 - Quantas vezes um bebê sorri em média durante um dia?

2 - E um adolescente, quantas vezes sorri por dia?

3 - E um adulto, quantas?

As respostas: 500, 17 e 3, respectivamente. Entenderam como a racionalização da felicidade afeta até mesmo os atos mais simples sabotando as oportunidades de Ser feliz? Vamos lá, sorria! Mantenha a coisa simples, sorria, muitas vezes durante o dia, nada custa, é grátis. Sorria!

Deixo este texto para a reflexão da semana.

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes!

Abraços,

Marcos Aranha Ü

Correr riscos

Sorrir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Estender a mão é correr o risco de se envolver.

Expor os sentimentos é correr o risco de mostrar o verdadeiro eu.

Defender sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.

Viver é correr o risco de morrer. Morrer é o risco que todos corremos, mesmo evitando riscos.

Confiar é correr o risco de se decepcionar.

Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas os riscos devem ser corridos. O maior perigo é nada arriscar.

Correr nenhum risco é o perigo de nada fazer, nada ter, nada ser.

Correr riscos é criar mais possibilidades de viver melhor,fazer algo melhor, amar mais, ser mais amado por alguém, crescer, mudar, viver.

Correr riscos é ter atitude, deixar a escravidão do conhecimento passado, é libertar-se.

Só quem corre riscos conhece os traços do Bem que a tinta deixa sobre o papel da vida.

Corra o risco de Ser mais Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes!

Corra o risco, sorria mais!


Publicado às 06h31.
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