blog do Bem!


Um casal

Olá Amigos do Bem!

Hoje, 12 de junho, ficou instituido que é o Dia dos namorados aqui no Brasil.

A palavra namorados vem do Latin "amans", aqueles que amam, amantes.

 "Um casal", "a couple", formam dois. Dois é o resultado da soma de um + um.

Portanto, esta história de "almas gêmeas", metade da laranja, tampa da panela, cara metade, são conceitos por princípio equivocados, pois o resultado de meio + meio é sempre um, jamais dois inteiros. É um conceito de dependência de dois seres incompletos buscando algo que não encontraram, por inteiro, dentro de si.

Como alguém pode encontrar a expressão máxima da vida se este alguém acredita que é apenas meio, e precisa de mais outro meio para ser alguém completo? Impossível!

Encontre-se por inteiro e permita o outro ser inteiro. Só assim se forma um casal. Um casal que se ama, é sempre amante, e todo dia, será Dia dos Namorados. Ame, ame muito, hoje e sempre!

Feliz Dia dos Namorados!

Abraços,

Marcos Aranha ü


Publicado às 13h35.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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Como nasce um paradigma

Olá Amigos do Bem!

Hoje é o dia de planejar o que fazer amanhã, Dia dos Namorados. Se estiver namorando, namore. Se estiver casado, namore. Se estiver solteiro, bem, ainda tem algumas horas para convidar alguém para namorar.

Você já respondeu alguma vez: "É assim que se faz. Faça e não fique preguntando porque."? Deixo mais um texto enviado pelo nosso amigo do Bem!, Yves Mifano, para ajudar nossa reflexão sobre este tipo de comportamento.

Bom fim de semana! Seja Feliz! Todo mundo merece Ser feliz!

Abraços, Marcos Aranha Ü

COMO NASCE UM PARADIGMA
 
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.
Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.

A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.
Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.
Um quarto e, finalmente, último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."
 
Não perca a oportunidade de passar esta história para os amigos, para que, vez por outra, questionem-se porque estão "batendo".
 
p.s.: "É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Albert Einstein

Publicado às 23h15.
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Olá Amigos do Bem!

E aí, curtindo o feriado? Vim aqui publicar o blog mais já volto para o lugar quentinho de onde vim. Faz friiiiiio!

Aproveite o dia e respire. Faça longas inspirações pelo nariz e longas expirações pela boca. Comece contando lentamente, até 4  para cada inspirar e 4 para cada expirar. Depois aumente até 8, sempre lentamente. Isto ajudará a limpar muitas das toxinas acumuladas no seu pulmão, que operou com uma pequena capacidade durante a semana.

Hoje vou publicar o texto de uma prima. A Fernanda A. Saffaro fez parte de toda a minha infância até os 14 anos, pois éramos vizinhos, estudávamos na mesma classe e passávamos férias na fazenda em Andirá, no Paraná. Mas a vida tem destas coisas, cada um foi para um lugar diferente e hoje retomamos o contato graças a web. A última vez que estive presencialmente com ela foi há 10 anos atrás quando fui conhecer seu bebê, o Caio, personagem desta história que ela relata aqui com muito orgulho. Esta prima um dia tomou a difícil decisão de ter este filho, sozinha, sem marido e sem nada, e não abortá-lo. Valeu Fernanda! Você está colhendo os frutos da boa semente que soube deixar germinar com muito amor. 

Abraços, Relaxe! Marcos Aranha Ü

Meu filho e uns amigos costumam ir toda quarta-feira almoçar em um restaurante de comida por quilo perto escola onde estudam. Na primeira semana, achei que seria prudente acompanhá-los para observar o trajeto
que faziam a pé e as características do local tais como qualidade da comida, limpeza, ambiente, tipo de freqüência, etc. Enfim, preocupações que eram de outras mães também. Meu filho não aprovou a idéia da minha
companhia porque se achava adulto suficiente. Ao final, acabou aceitando, uma vez que outra mãe, com a mesma preocupação que a minha, resolveu me acompanhar.

Chegando lá almoçamos, eu e a mãe do amigo em uma mesa separada das crianças. Na saída do restaurante, havia um painel eletrônico onde as pessoas opinavam a respeito da comida com respostas objetivas do tipo:
BOA ou RUIM.

Dois amigos do meu filho, brincando, apertaram várias vezes na opção RUIM. Naquele momento meu filho protestou e os dois amigos alegaram não ter gostado da comida. Meu filho argumentou que eles deveriam ter
apertado somente uma vez cada um na tecla RUIM ao invés de "encher de RUIM". Embora eu já tivesse observado várias vezes um profundo senso de justiça no seu caráter, me surpreendi por ele ter se posicionado censurando os amigos, atitude pouco comum nele. No momento, achei que não devia me posicionar e me mantive quieta.

Fui para casa sozinha e as crianças voltaram para a escola. A noite, já não me lembrava mais do caso, quando o meu filho disse: "Mãe, fiquei muito triste porque eles apertaram muitas vezes no botão RUIM no restaurante".

Eu disse:  "Pois é, eu observei mesmo. É, isso não é correto porque eles distorcem a pesquisa que o restaurante está fazendo".

E ai ele completou: "É, isso é uma coisa, mas tem outra coisa. Você já imaginou a tristeza das pessoas que trabalham ali e se esforçam, fazendo a comida com tanto carinho, vendo aquele resultado e achando que aquilo
é verdade?".

Naquele momento me senti pequena diante de uma criança de 10 anos e aprendi muito, muito com ele. Aprendi a enxergar os fatos de forma mais ampla e acima de tudo, com o coração. No momento senti também muito
orgulho dele e em seguida, após aquele banho de aprendizagem, entendi, em parte, porque ele achava desnessária a minha presença na sua primeira
escapada das minhas asas.


Publicado às 11h33.
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O sucesso, o fracasso

Olá Amigos do Bem!

Hoje, véspera de feriado, dia de planejar o sucesso de não trabalhar nos próximos dias. Ah que Bom é feriado!

Ontem fui à pré-estreia do filme Cazuza. Vale a pena, a vida é breve!

No fim de semana teremos o Dia dos Namorados. Namore bastante, no sábado e todos os dias, onde quer que você esteja.

Hoje deixo uma reflexão sobre o sucesso e o fracasso.

Abraços, Marcos Aranha Ü

O sucesso, o fracasso

Como alguns amigos do Bem sabem, sou convidado a dar palestras, sobre os mais variados temas, mas em geral todas as perguntas nos finais acabam sendo praticamente as mesmas: como ter sucesso na vida, ou na profissão, etc. Normalmente, antes de subir ao palco, me misturo com os participantes na plateia ou no coffee break. Sou pouco conhecido na mídia e dificilmente me reconhecem em meio a todos; sou mais um (a pura verdade). Estar no meio deles é bom e pode me trazer insights e linguagem apropriados à audiência, tornando a apresentação mais adequada, relevante e persuasiva.

Mas quando chega a hora de começar a apresentação, o orador desanda a falar sobre todos os meus sucessos e conquistas profissionais, passados, e algumas pessoas se surpreendem por ser "aquele cara que eu conversei no cafezinho". Afinal, que mito é este que criaram do sucesso que um cara que conversa com sua audiência parece anormal?

Antes que falo em público, me interiorizo e repito: "Que através de mim possa ser passado o que eles aqui vieram ouvir e ver. E que através deles eu possa aprender o que vim ouvir e ver. Que a troca seja boa para todos!". Isto é muito bom pois o ego baixa a bola e humildemente se prepara para abandonar os sucessos passados anunciados pelo orador e se abre a novas oportunidades de crescimento pessoal no presente.

As pessoas me pagam para ouvir Case histories de sucesso, mas costumo sempre mostrar que o sucesso e o fracasso são tão relativos quanto o ponto de vista de quem os julga, e portanto, o sucesso, e o fracasso são um mero encontro, ou não, de resultados esperados. Hoje, o que dizem ter sido um sucesso no meu passado, nada significa para o gerente do meu banco, por exemplo.

Uma das boas biografias que já li sobre o sucesso é a do fracassado, ou homem de sucesso, o presidente Abrahan Lincoln. Como empresário, ele faliu no comércio em 1831; perdeu para deputado estadual em 1832; faliu novamente no comércio em 1834 e foi eleito deputado neste mesmo ano; em 1835 sua noiva faleceu e um ano depois ele teve um colapso nervoso; em 1843 perdeu para deputado federal, três anos depois tentou sem sucesso se eleger para deputado estadual e dois anos depois desta derrota perdeu mais uma vez para deputado federal em 1848; em 1855, doze anos após ter continuado tentar se eleger, ele também não conseguiu se eleger senador. Mas este homem de fracassos continuou tentando. Em 1856, perdeu para vice presidente; em 1858 perdeu para senador; e finalmente, depois de tantos fracassos, em 1861 ele foi eleito presidente dos Estados Unidos. Durante o sucesso de seu primeiro mandato ele teve um grande fracasso pessoal, seu filho morreu na residência presidencial. Em 1864, ele é reeleito presidente e um ano depois é assassinado.

Que curriculum vitae! A cada fracasso, ele humildemente tomava um tempo para refletir sobre o que ele tinha feito muito bem e deveria ser repetido, o que tinha feito bem mas era necessário melhorar, e o que tinha feito mal e que deveria abandonar. Jamais cometeu os mesmos erros, sempre novos, e isto o levou a chegar lá.

Este tipo de reflexão permitia ele manter o foco na sua Missão de vida e sua Visão como cidadão norteamericano. Os fracassos momentâneos não o fazia parar, mas o motivava a seguir em frente. Ele confessou que seu maior fracasso e sucesso pessoal jamais foi revelado, enquanto os profissionais se tornaram públicos. O mais curioso é o fato dele morrer sem acreditar que foi um homem bem sucedido, afinal, ele jamais conseguiu ter sucesso com sua missão de vida. Isto reforça minha crença de que o sucesso e o fracasso depende totalmente do ponto de vista de quem julga, não de quem os vive.

Ainda ontem, conversando com um executivo, ele me contava sobre seu sucesso. A partir dos critérios dele, perguntei se eu era um sucesso também, ao que ouvi: Marcos, você é um fracasso. Será?, me perguntei. O que ele tem a ganhar para me dizer que eu deveria ser como ele? Sem respostas, continuei ouvindo-o e conclui que ele está certo pois algumas pessoas me julgam sob alguns aspectos que são importantíssimos para elas, não necessariamente para mim.

Por exemplo, ele citou que profissionalmente não consigo emprego há mais de quatro anos, que não sei vender todos os talentos que tenho, que ganho muito pouco dinheiro comparado ao potencial que tenho, um fracasso.  Como atleta, ele mencionou que não corro uma maratona há seis anos, não jogo tênis há muitos mais, um fracasso. Falou que tive que vender meu carrão ultra potente e seguro que me separava do perigoso mundo lá fora, para andar numa camionete, um fracasso. Tudo o que ele falou é absolutamente verdadeiro e portanto, devo ser mesmo um fracasso, para ele, e talvez muitos outros mais. 

(continua abaixo)


Publicado às 00h22.
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(continuação)

Como pequeno empresário, há anos colaboro com a geração de renda e empregos para outras pessoas. Como praticante de power yoga meu corpo consegue ter flexibilidade, força e condicionamento que jamais teve. Hoje posso caminhar pelas ruas em paz, sem medo, sem seguranças. Tudo isto é absolutamente verdadeiro, e portanto deve ser um sucesso, para mim, jamais para ele. 

Portanto, o sucesso e o fracasso é só uma questão de julgamento, seguindo-se algum critério ou norma, não necessariamente a própria natureza.

Li um livro em 1997 que tinha pinta de ser o último sobre o assunto: "O sucesso é ser feliz". Gostei do livro que tem vários insights do autor. Mas passados estes anos, acho curioso notar que o mesmo autor está tentando acreditar no que escreveu, pois continua lançando outros livros sobre o mesmo tema, sem parar. Hoje acho que sucesso não existe, é uma ilusão. Já felicidade, não é ilusão.

Para mim, saber chegar onde se quer, e saber voltar para onde tudo começou, encontrando felicidade a cada momento do caminho de ida e vinda, é o que importa. Sucesso ou fracasso, não é a experiência do viver, é apenas a experiência da razão, do julgar.

De Lincoln aprendi que o mais importante é saber contar com a ajuda dos outros para chegarmos onde queremos. Lincoln aprendeu, a muito custo pessoal, que para se tornar um político, um homem público, foi necessário, no caso particular dele, convencer muitos outros que ele seria o sucesso que todos seus eleitores desejavam ser, sem terem que correr o risco de se exporem ao ridículo dos fracassos públicos. Ninguém chega aonde quer só. Precisamos de ajuda, assim como ajudar.

Pare e reflita sobre sua vida, desde seu próprio ponto de vista. Mapei sua natureza. Avalie onde queria chegar, onde está, onde ainda quer chegar na sua missão de vida. Estabeleça objetivos e planeje quais são os melhores caminhos para se lá chegar. Estabeleça o plano "B", o "C", o "D", para os momentos de fracassos. O que você dirá a você é o que importa, sua vida é vivida só por você. O que os outros irão dizer de você é previsível num mundo das aparências, mas pouco significará se o seu foco estiver bem ajustado. Mas peça ajuda, ajude e aceite ajuda.

Deixo aqui a reflexão sobre o que poderia ser o sucesso e o fracasso para cada um de nós, ou apenas a dica de viver a vida, feliz!

No fim da minha vida, voltarei para onde ela começou: o nada, ou o Todo. Faço deste breve caminho, tudo o que tenho.

Daqui nada levarei de material, mas gostaria de deixar nos corações e mentes de quem me conheceu algo de Bom, de Belo, do Bem! E gostaria de levar o mesmo de você! Isto, seria a felicidade de ter vivido, ou o sucesso para quem julgar isto legal.

Acredite: preciso de você, preciso de sua ajuda, para chegar lá. Conto contigo!


Publicado às 00h03.
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É preciso se aprofundar.

Olá Amigos do Bem!

Nos dias de hoje são poucas as pessoas que dão tempo para, genuinamente, se interessarem pelas outras. Muita gente está correndo, correndo, sem saber para onde. Correm, correm, sem parar e sem dar atenção aos outros. A superficialidade é a ordem do dia. Pergunta-se "como vai?", mas não se tem tempo para realmente ouvir a verdadeira história, que está mais nas profundezas do Ser.

Recebemos de duas amigas do Bem o texto abaixo que cai como uma luva para ilustrar a necessidade de darmos atenção as coisas que não estão tão aparentes assim.

Abraços, Boa Terça feira! Seja Feliz!

Marcos Aranha Ü

 

CAMARON

Camaron era um camarão vistoso e bonitão.
Estava ele a nadar pelo oceano quando parou ao avistar uma ostra. Aproximou-se, pegou e abriu a ostra à procura de uma pérola, mas qual não foi a sua decepção quando encontrou, ao invés de uma pérola, um punhado de limo. Irritado, pegou a ostra e a jogou bem longe dali.
A ostra foi cair bem na cabeça do pequeno cavalo marinho chamado Zezinho, que, atordoado, tentou entender o que estava acontecendo.
Zezinho olhou para a ostra e surpreso ficou quando notou que dentro havia um fraco reflexo de uma pérola entre o limo que insistia em brilhar.
Levou então a ostra para sua casa e, carinhosamente, retirou todo o limo que a envolvia. Foi quando percebeu o quão valiosa era aquela pérola.
Tratou-a com delicadeza e, mesmo tendo a oportunidade de vendê-la, preferiu ficar com ela.
Para ele, não havia dinheiro que pagasse o prazer de tê-la enfeitando o seu lar e enriquecendo sua vida.
Quando ficou sabendo do fato, Camaron ficou furioso, mas aprendeu a lição: "Nem sempre o que é valioso fica na superfície. É preciso se aprofundar para descobrir os tesouros que andam escondidos."
E a pérola sentiu-se feliz em ficar com Zezinho, o cavalo marinho que soube valorizá-la, mesmo tendo-a encontrado entre o limo.

Autora: Eliane de Araujo do Livro "Histórias para sua Criança Interior". Editora Roca


Publicado às 23h00.
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Sobre a relação amorosa

Olá Amigos do Bem!

Como é, alguém conhece o carioca que ganhou os quase 47 milhões de reais sozinho na mega sena? Sorte existe. Você acredita nela? Você acredita que tem sorte, que é sortudo? Espero que responda que sim! Todos que estamos lendo e escrevendo, somos!

Hoje deixo esta bonita história. Boa semana!

Abraços, Marcos Aranha Ü

Uma mãe e a sua filha estavam caminhando pela praia.

Num certo ponto, a menina disse: mãe, como se faz para mantermos um amor?

A mãe olhou para a filha e respondeu:  Pega um pouco de areia e fecha a mão com força... A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava. 

-"Mamãe, mas assim a areia cai!"

Eu sei, agora abre completamente a mão... A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
-"Assim também não consigo mantê-la na minha mão!"
 
A mãe, sorriu e disse-lhe:  Agora pega outra vez um pouco de areia e a mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher... o suficiente fechada para protegê-la e o suficiente aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
-É assim que se faz durar um amor... disse a mãe.
 
"Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua para sempre, se não, é porque nunca foi sua de verdade."
 
A liberdade é o espaço que a felicidade precisa.
"Às vezes as pessoas que mais nos decepcionam, são as que mais amamos. Justamente porque as julgamos perfeitas e esquecemos que são humanas!."
 
A FELICIDADE não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que já temos.

Publicado às 12h13.
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