blog do Bem!


As duas gavetas

Olá Amigos do Bem!

Ontem tirei uma folguinha pois ninguém é de ferro... mas confesso que muitas idéias passaram pela cabeça e senti vontade de dedilhá-las aqui no blog. Resisti, mas fiquei com saudades...
 
Você conhece a história das duas gavetas?
 
Não sei mais se já publiquei este texto meu.
Se não leu, curta-o. Se sim, curta-o também.
 
Seja Feliz! Bom fim de semana! Abraços, Marcos Aranha Ü
 
As duas gavetas
 
Num lugar muito distante, havia um velho carpinteiro que vivia muito sozinho.
 
Ele era bom com as pessoas, mas elas só vinham até ele quando tinham algo para arrumar em suas vidas, ou pedir um favor para ele.
Poucos perguntavam a ele como estava se sentindo ou se precisava de algo.
E ele aprendeu que o egoísmo de alguns não era uma característica dele, que prontamente sempre ajudava quem lhe pedisse.
 
O tempo foi passando e o carpinteiro decidiu construir um boneco que lhe fizesse companhia e falasse coisas boas com ele.
Ao terminar o boneco, ele escreveu com o pirógrafo D.G. no bolso de sua camisa, pois ele tinha duas gavetas na cabeça, abertas por cada uma das orelhas.
Na primeira orelha ele gravou "coisas boas" e na segunda "coisas ruins".
 
Assim que ele pôs o boneco em pé, ele caiu, bateu a cabeça, a gaveta das coisas ruins se abriu, e imediatamente o velho pôs-se a reclamar da vida, da qualidade da madeira e a ofender-se, falando mal de seu trabalho e suas próprias qualidades.
 
Depois de tanto reclamar, sem nenhum esforço, ele deslizou a gaveta das coisas ruins para dentro e parou de falar.
Tornou a pôr o boneco em pé.
Depois de uma fração de segundo, ele voltou a cair, deixando a gaveta das coisas ruins abrir-se novamente.
 
"Será possível?", perguntou a si mesmo já em tom de reclamação.
Sem notar, começou a pensar em coisas ruins que tinham acontecido com ele no passado.
A medida que pensava nelas ficava com sensações estranhas na boca do estomago, um gosto amargo na boca, suando diferente e até com medo.
Ao fechar a gaveta notou que todas estas sensações e pensamentos ruins desapareciam.
 
Pegou o boneco no colo e saiu para passear. Ao sentir o sol tocar-lhe o rosto respirou fundo e saudou a natureza. Caminhou pelo jardim e procurou uma sombra para sentar-se.
 
Ao sentar, a gaveta das coisas ruins mais uma vez se abriu e ele começou a reclamar do calor, dos verões mais secos, da falta de água e dos sorveteiros que já não passavam mais por ali.
Ele olhou para o boneco e viu a gaveta aberta.
Fechou-a e logo começou a notar as borboletas que ali voavam, a sentir a brisa suave tocar-lhe o corpo e a ver diferentes figuras que as nuvem branquinhas formavam no azul do céu.
 
Curioso, o velho resolveu abrir a outra gaveta, a das coisas boas que nunca tinha aberto. Puxou e nada.
Pôs o boneco no chão, apoiou um pé no rosto dele, o outro no pescoço e com toda sua força puxou a gaveta na tentativa abrí-la mas acabou espatifando-se no chão com a orelha na mão.
 
"Puxa, como a gaveta das coisas ruins abre-se tão facilmente e a das coisas boas não?", perguntou o velhinho.
 
Olhou para o boneco e começou a notar que ele era a sua própria imagem.
Sentou-se e chorou ao tomar consciência que o boneco, como ele, vivia deixando a gaveta das coisas ruins se abrir facilmente, trazendo os medos, raivas e coisas ruins do passado, mas dificilmente abria a gaveta das coisas boas que ele também tinha vivido.
 
Levantou-se, foi até sua oficina e passou cola na gaveta das coisas ruins para que ela não mais se abrisse.
Com muito jeito tratou de abrir a gaveta das coisas boas, lixou-a até deixar uma folga para que ela corresse livremente, sem impedimentos.
 
A partir deste dia, o velho carpinteiro passou a viver feliz e em paz com seu boneco, entendendo que a vida é apenas uma leitura que fazemos das coisas e das pessoas baseando-se naquilo que guardamos nas nossas gavetas do passado.
Se a nossa gaveta das coisas boas estiver fechada, só nos restará tirar as coisas da outra.
 
"Fechar ou abrir a gaveta das coisas boas é uma escolha que está sempre em nossas mãos", disse o velhinho ao boneco.
 

Publicado às 13h54.
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Rir, a melhor lição.

Olá Amigos do Bem!

Sou um cara de muita sorte. Ter amigos do bem como vocês, é muito bom!
As mensagem que recebi neste dois últimos dias são dignas de serem publicadas num livro de motivação pessoal.
Muito obrigado!
 
Hoje amanheci rindo ao me lembrar de minha avó e vou deixar aqui algo que aprendi: "ria inocentemente como as crianças, não apenas de algo, como fazem os adultos".
 
Algumas pessoas que a conheceram me escreveram ou telefonaram dizendo que lembravam dela como um grande sorriso e seu jeito carinhoso. É verdade, poucas vezes não a vi sorrir na vida.
 
Até agora, no fim da linha, a cabecinha já ruim, ela ria dela mesmo quando esquecia o que iria dizer.
Já doente, ficava deitada olhando para o teto do quarto e do nada, ria sozinha.
Quando ela notava que tinha alguém do lado a observando, ela olhava para a pessoa, ria, fechava os olhos e mandava um beijinho.
Que mundo ela estava eu não sei, mas que era alegre e amoroso, deveria ser.
 
Até um tempo atrás, dezenas de pessoas ligavam para ela todos os dias para contar novas piadas, o que a fazia  um verdadeiro centro atualizado de todos os tipos de piadas.
Era difícil ela não conhecer uma nova.
 
Eu logo sacava se ela já conhecia ou não uma piada, pois depois de contá-la ela tinha duas reações: - ria verdadeiramente se não a conhecia; - ou dava uma risadinha e já logo perguntava se eu conhecia uma outra.
Lembro-me de uma vez perguntá-la porque não me interrompia e dizia que já conhecia, assim eu não perderia tempo contando.
"Marcos, se alguém quer te contar uma piada que o fez alegre, deixe-o dividir a alegria com você. Pra que interromper?". Aprendi a lição, mas ainda não aprendi a ouvir uma piada velha com a atenção que ela ouvia.
 
O repertório dela era infinito.
Quando nos reuníamos em família, tínhamos que pedir para ela parar um pouco para respirarmos pois emendava uma na outra, sem parar. Começava com um tema, passava a outro e quando víamos era madrugada.
 
Certa vez, acho que eu tinha uns 18 anos, ela me pediu para acompanhá-la ao teatro para assistir ao Jô Soares. Ao terminar a peça ela me disse que deveríamos ir ao camarim onde o Jô a esperava.
Achei estranho mas a levei e logo o segurança nos barrou, como outros fãs dele que tentavam entrar.
Ela lhe disse: "avise o Jô que a dona Isette está aqui para vê-lo". O homem-geladeira disse para esperarmos que depois ele avisaria.
 
Insisti com ela para irmos embora mas logo veio a negativa, pois o Jô tinha pedido para conhecê-la pessoalmente.
Como assim Vó, conhecê-la pessoalmente, você o conhece? perguntei.
Ela disse que por algumas ocasiões havia falado ao telefone com pessoas ligada a ele, e o próprio, para contar novas piadas .
 
Passados alguns minutinhos, o segurança nos chamou e nos conduziu ao camarim onde fomos recebidos carinhosamente pelo Jô. O papo entre os dois parecia coisa de quem se conhecia há muitos anos, e ele nos convidou para comer num restaurante ao lado do teatro.
 
Aceitamos e ficamos até a madrugada rindo com as tantas e tantas piadas e histórias de minha avó.
O Jô só ouvia e se arrebentava de rir, sem interromper, um milagre!
Não sei se ela guardou o livro autografado dele, mas me lembro que a dedicatória era linda.
Por vezes ouvi o Jô contar no ar piadas que eu já tinha conhecido por minha avó.
 
Rir e amar, foram duas lições lindas que ela me deixou e agora pertencem a vocês também.
 
Seja Feliz! Ria como as crianças!
 
Abraços,
 
Marcos Aranha Ü

Publicado às 11h25.
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Mais uma estrelinha brilhando no céu

Olá Amigos do Bem!

Depois de uma maratona de 34 horas acordado, faço questão absoluta de dizer Muitíssimo obrigado a todos que se manifestaram através de comentários e e-mails, e todos que oraram por minha avó.

O irmão dela, o médico e poeta Martins Fontes, fez um poema para ela na data que nasceu chamado: "Uma estrelinha que caiu do céu".

Não tenho o talento do meu tio-avô, e o único que ouso deixar aqui registrado é que a estrelinha voltou a brilhar na noite de 10 de janeiro.

Da minha querida avó Santista, que amava a praia e o mar, fica a certeza de que depois de todas as marcas do caminho deixadas na areia da praia, sempre vem a maré trazendo a água para apagá-las, e possibilitar que não se olhe mais para o passado, mas para o único caminho que resta, o próximo passo a ser dado no presente.

Seja Feliz! Todos os Seres, visíveis e invisíveis, merecem ser felizes!

Abraços, Marcos Aranha Ü


Publicado às 15h03.
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O ciclo da vida

Olá Amigos do Bem!

Hoje vou dividir com vocês algo que vem passando por minha vida, algo ainda incompleto.

Comentei na semana passada sobre uma pessoa doente na família. É uma de minhas avós, de 91 anos.
Ontem a visitei mais uma vez na UTI. Não sei se conhecem este ambiente, mas é algo que certamente nos prepara para encarar a vida de outra maneira, menos poética.
 
Noto que os médicos que trabalham na UTI são muito verdadeiros e os diagnósticos são precisos e não escondem nada. A maneira de comunicar dos médicos é direta e cheia de verdade, dura, realista até demais.
 
Isto me faz lembrar uma entrevista do Toquinho onde ele dizia que a vida é uma mentira que tentam dizer que é verdade, e falar mentira através da música e de suas letras é o que traz paz às pessoas e a possibilidade de sonhar.
A verdade é uma mentira, que por algumas provas físicas, as pessoas crêem ser correta.
Cantar mentiras é dar mais chance ao mundo de viver melhor, segundo ele.
 
Há uma semana, ouço os médicos falando sobre o quadro físico dela. Quando meu pai disse: "doutor, ela está em suas mãos", o médico prontamente respondeu: "na minha não, na de Deus".
Verdadeiramente, senti que ele estava falando com conhecimento e humildade, pois todos os prognósticos até o momento são mudados diariamente.
Ela já deveria ter passado para o outro lado (gosto da expressão de morte em inglês - pass away) mas luta por viver.
 
O que me deixa triste é que esta minha avó já desistiu de viver faz muitos anos.
Ela que era cheia de vida, muita energia, puro amor e alegria. Para que tenham uma idéia, aos 56 anos ela ainda pegava onda comigo no Guarujá com sua prancha de madeira.
Um dia simplesmente desligou a máquina e disse em alto e bom som: "Marcos, chega, cansei de viver".
Apesar de meus apelos e incentivos, não vi mais os olhos verdes dela brilharem.
 
Há dez ou mais anos atrás, ela estava doente e aparentemente desacordada. O médico ainda não tinha um diagnóstico.
Fui até ela e, ao lado da cama, fiz uma oração em voz alta.
Qual não foi meu susto ao vê-la abrir os olhos e me perguntar: "meu querido, você que é espiritualizado, tem certeza que existe vida depois que a gente morre?"
Me lembro que respondi: "Vó, posso sentir isto, não posso provar", e ela não pregou mais os olhos. Dois dias depois estava ótima, e o médico não sabe o que ela teve.
 
De lá para cá, ela vem trilhando este caminho interno: a luta em não querer mais viver e o medo de morrer.
A inação tornou-se parte da sua vida. Hoje na UTI, ela continua lá, nas últimas horas, tentando ter a certeza do que não é possível compreender, mas sentir e aceitar: a passagem.
 
Espero que ela tenha esta resposta e que ela venha através de um Ser de muita luz, amor e paz, para que ela possa aceitar o fato de que tudo neste Universo tem um ciclo, e vai passando de uma forma em outra.
 
A semente do trigo não teme a morte pois sob outra forma será chamada de farinha, que também não teme a morte pois será chamada de bolo, que sob outra forma voltará à terra sob a forma de adubo, que energizará outra semente, and so on...
 
Disto aprendo que o importante é sempre dar valor a esta experiência chamada Vida, respeitando e agradecendo toda oportunidade, sem menosprezá-la em nenhum aspecto.
 
Seja Feliz! Viva o presente, é tudo que temos!
 
Abraços, Marcos Aranha Ü
 
 

Publicado às 08h48.
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