blog do Bem!


A executiva e o sucesso

Olá Amigos do Bem!
 
Sexta feira, véspera de Carnaval, deixo uma história verídica, ou não, para vocês curtirem.
 
Esta é a história de uma executiva respeitada pelas revistas de negócios e temida pelos seus subordinados.
Ela era uma destas profissionais que sempre se mostram duronas, frias, objetivas e tomam decisões baseadas em si, pouco ouvindo os demais.
Como os resultados financeiros em sua empresa eram excepcionais, até os acionistas acabavam "perdoando" certas atitudes dela.
 
Todos aqueles que se reportavam a ela a achavam muito segura de si. Enfim, ela era "a poderosa" como costumavam falar pelos corredores.
 
Certa noite ela saiu da sua empresa acompanhada pelos oito seguranças e dirigiu seu carrão para encontrar seu marido em casa.
Ao chegar ele não estava. Furiosa com o atraso ligou para o celular dele mas encontrou o recado da secretária eletrônica e ela logo deixou o recado: "Você está atrasado! Se em dez minutos não chegar vou tirar o jantar assim mesmo" e desligou toda brava.
 
Passados os dez minutos, ela deu ordens à empregada para servir o jantar e deixar o prato dele feito no micro-ondas para que ele esquentasse quando chegasse.
Ela jantou sozinha. Terminou, foi até a sala, sentou-se no sofá, telefonou para ele e deixou outro recado pouco carinhoso, agressivo até. Ligou a TV e rapidamente adormeceu.
 
Os primeiros raios de sol batiam em seu rosto e ela despertou. Olhou para o relógio e já eram 7h00.
Perdi a hora da ginástica! Como ninguém me acordou!, exclamou.
 
Foi até o quarto e a cama estava intacta. Estranhou e foi até a cozinha onde a empregada já estava tirando do forno fresquinhos pães de queijo light. Olhou no micro-ondas e lá estava o prato dele.
Correu para o telefone, discou afobada e a secretária eletrônica atendeu novamente.
Onde ele terá ido? O que terá acontecido? Ele me telefonou e avisou que estava vindo para casa antes de eu sair da empresa.
Será que ... Não!, exclamou. Pôs-se a chorar e logo chamou o chefe da segurança que imediatamente tomou as primeiras providências.
 
Ela respirou fundo, tomou um banho demorado e foi para o trabalho pois prática como era, pensou que tudo seria resolvido rapidamente como ela tudo resolvia.
Terminada a primeira reunião do dia, nada, nenhuma notícia. Ela conversou com o chefe da segurança que garantiu estarem fazendo todos os contados necessários para descobrirem o paradeiro do marido.
 
Hora do almoço. Ela resolve ir para casa e ficar lá durante a tarde. Chama seu secretário particular e pede para que ele transfira as reuniões da tarde, só telefone se for algo urgente e não lhe revela o que está ocorrendo.
A caminho de casa o celular toca. Ela demora para atender. Sente-se insegura, sem saber o que fazer. Depois de cinco toques o atende.
Era o chefe da segurança que disse terem localizado o carro abandonado e pede para ela ir até um hospital da periferia onde estava uma pessoa com as características do marido.
 
Ela informa aos seguranças que a escoltam até o local. Lá chegando ela parecia uma garotinha perdida de seus pais num estádio. Sem saber o que fazer, onde ir, pediu para um de seus seguranças verificar onde estava o médico que atendia o marido.
Depois de alguns minutos, aparece um jovem médico residente e dá a notícia a frio: "seu marido faleceu. Não suportou a cirurgia para extração dos projetis".
 
Ela sentiu suas pernas bambas. Veio imediatamente à mente as últimas palavras que ela deixou para ele no celular. Veio ao coração todos os sentimentos de amor que ela estava guardando para um dia compartilhar com ele. Vieram enxurradas de pensamentos, objetivos para o futuro, planos de viagens, enfim tudo que adiavam para algum dia fazerem juntos. Não resistindo a tantas emoções desmaiou e foi atendida ali mesmo.
 
Assim que recobrou a consciência pediu para ver o marido mas a informaram que ele já havia sido transferido para o IML. Triste, chamou o chefe da segurança e pediu para ele tomar todas as providências de identificação e preparativos para o funeral.
 
Voltou para casa pensativa, vivendo sensações intensas que não conseguia dominar. Aquela mulher forte, rígida, segura, assertiva queria apenas um colinho, uma segunda chance de poder viver o verdadeiro amor com seu marido. Pensava em tudo que tinha feito em nome da carreira, de uma melhor condição financeira, dos bens materiais, dos filhos que sempre adiaram porque antes queriam ter as condições ideais para criá-los.
Tudo parecia um pesadelo naquele momento, nada parecia ter sentido.
 
Passados os funerais, o semestre seguinte voou. A solidão estava sendo implacável, poucos no trabalham lhe davam uma chance para demonstrar que havia mudado. Todos pareciam pagá-la com a mesma moeda que ela havia usado. Apesar de apresentar um excelente lucro aos acionistas já não tinha mais motivações profissionais e decidiu deixar a companhia.
 
Tirou seis meses para repensar sua vida, fazer nada, ou melhor, tudo o que tinha adiado.
Depois de conhecer e conviver com um grupo de executivos (um tanto alternativos para os padrões dela), ela decidiu recomeçar uma vida profissional de maneira mais equilibrada, valorizando as pessoas não apenas resultados e processos como tinha feito anteriormente.
 
Seu retorno a surpreendeu. Continuo respeitada e trazendo lucros excelentes aos acionistas, mas com uma grande diferença: todos a consideram uma verdadeira líder e seus valores humanos têm sido um exemplo para muitos.
 
Hoje ela está casada com um daqueles executivos "alternativos", tem dois filhos, almoça em casa, brinca com os filhos quando chega do trabalho, e compartilha com todos sua vida, sem medo de ser feliz.
 
Uma coisa ela diz que aprendeu na vida: "nada faz sentido. Nada tem sentido. Tudo é sentido."
 
Bom carnaval! Divirta-se!
 
Seja Feliz! Só você pode fazer isto por você, aqui e agora!
 
Abraços, Marcos Aranha Ü

Publicado às 23h06.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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A executiva e o sucesso

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Sexta feira, véspera de Carnaval, deixo uma história verídica, ou não, para vocês curtirem.
 
Esta é a história de uma executiva respeitada pelas revistas de negócios e temida pelos seus subordinados.
Ela era uma destas profissionais que sempre se mostram duronas, frias, objetivas e tomam decisões baseadas em si, pouco ouvindo os demais.
Como os resultados financeiros em sua empresa eram excepcionais, até os acionistas acabavam "perdoando" certas atitudes dela.
 
Todos aqueles que se reportavam a ela a achavam muito segura de si. Enfim, ela era "a poderosa" como costumavam falar pelos corredores.
 
Certa noite ela saiu da sua empresa acompanhada pelos oito seguranças e dirigiu seu carrão para encontrar seu marido em casa.
Ao chegar ele não estava. Furiosa com o atraso ligou para o celular dele mas encontrou o recado da secretária eletrônica e ela logo deixou o recado: "Você está atrasado! Se em dez minutos não chegar vou tirar o jantar assim mesmo" e desligou toda brava.
 
Passados os dez minutos, ela deu ordens à empregada para servir o jantar e deixar o prato dele feito no micro-ondas para que ele esquentasse quando chegasse.
Ela jantou sozinha. Terminou, foi até a sala, sentou-se no sofá, telefonou para ele e deixou outro recado pouco carinhoso, agressivo até. Ligou a TV e rapidamente adormeceu.
 
Os primeiros raios de sol batiam em seu rosto e ela despertou. Olhou para o relógio e já eram 7h00.
Perdi a hora da ginástica! Como ninguém me acordou!, exclamou.
 
Foi até o quarto e a cama estava intacta. Estranhou e foi até a cozinha onde a empregada já estava tirando do forno fresquinhos pães de queijo light. Olhou no micro-ondas e lá estava o prato dele.
Correu para o telefone, discou afobada e a secretária eletrônica atendeu novamente.
Onde ele terá ido? O que terá acontecido? Ele me telefonou e avisou que estava vindo para casa antes de eu sair da empresa.
Será que ... Não!, exclamou. Pôs-se a chorar e logo chamou o chefe da segurança que imediatamente tomou as primeiras providências.
 
Ela respirou fundo, tomou um banho demorado e foi para o trabalho pois prática como era, pensou que tudo seria resolvido rapidamente como ela tudo resolvia.
Terminada a primeira reunião do dia, nada, nenhuma notícia. Ela conversou com o chefe da segurança que garantiu estarem fazendo todos os contados necessários para descobrirem o paradeiro do marido.
 
Hora do almoço. Ela resolve ir para casa e ficar lá durante a tarde. Chama seu secretário particular e pede para que ele transfira as reuniões da tarde, só telefone se for algo urgente e não lhe revela o que está ocorrendo.
A caminho de casa o celular toca. Ela demora para atender. Sente-se insegura, sem saber o que fazer. Depois de cinco toques o atende.
Era o chefe da segurança que disse terem localizado o carro abandonado e pede para ela ir até um hospital da periferia onde estava uma pessoa com as características do marido.
 
Ela informa aos seguranças que a escoltam até o local. Lá chegando ela parecia uma garotinha perdida de seus pais num estádio. Sem saber o que fazer, onde ir, pediu para um de seus seguranças verificar onde estava o médico que atendia o marido.
Depois de alguns minutos, aparece um jovem médico residente e dá a notícia a frio: "seu marido faleceu. Não suportou a cirurgia para extração dos projetis".
 
Ela sentiu suas pernas bambas. Veio imediatamente à mente as últimas palavras que ela deixou para ele no celular. Veio ao coração todos os sentimentos de amor que ela estava guardando para um dia compartilhar com ele. Vieram enxurradas de pensamentos, objetivos para o futuro, planos de viagens, enfim tudo que adiavam para algum dia fazerem juntos. Não resistindo a tantas emoções desmaiou e foi atendida ali mesmo.
 
Assim que recobrou a consciência pediu para ver o marido mas a informaram que ele já havia sido transferido para o IML. Triste, chamou o chefe da segurança e pediu para ele tomar todas as providências de identificação e preparativos para o funeral.
 
Voltou para casa pensativa, vivendo sensações intensas que não conseguia dominar. Aquela mulher forte, rígida, segura, assertiva queria apenas um colinho, uma segunda chance de poder viver o verdadeiro amor com seu marido. Pensava em tudo que tinha feito em nome da carreira, de uma melhor condição financeira, dos bens materiais, dos filhos que sempre adiaram porque antes queriam ter as condições ideais para criá-los.
Tudo parecia um pesadelo naquele momento, nada parecia ter sentido.
 
Passados os funerais, o semestre seguinte voou. A solidão estava sendo implacável, poucos no trabalham lhe davam uma chance para demonstrar que havia mudado. Todos pareciam pagá-la com a mesma moeda que ela havia usado. Apesar de apresentar um excelente lucro aos acionistas já não tinha mais motivações profissionais e decidiu deixar a companhia.
 
Tirou seis meses para repensar sua vida, fazer nada, ou melhor, tudo o que tinha adiado.
Depois de conhecer e conviver com um grupo de executivos (um tanto alternativos para os padrões dela), ela decidiu recomeçar uma vida profissional de maneira mais equilibrada, valorizando as pessoas não apenas resultados e processos como tinha feito anteriormente.
 
Seu retorno a surpreendeu. Continuo respeitada e trazendo lucros excelentes aos acionistas, mas com uma grande diferença: todos a consideram uma verdadeira líder e seus valores humanos têm sido um exemplo para muitos.
 
Hoje ela está casada com um daqueles executivos "alternativos", tem dois filhos, almoça em casa, brinca com os filhos quando chega do trabalho, e compartilha com todos sua vida, sem medo de ser feliz.
 
Uma coisa ela diz que aprendeu na vida: "nada faz sentido. Nada tem sentido. Tudo é sentido."
 
Bom carnaval! Divirta-se!
 
Seja Feliz! Só você pode fazer isto por você, aqui e agora!
 
Abraços, Marcos Aranha Ü

Publicado às 23h06.
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Olá Amigos do Bem!

Hoje você deve ter recebido um e-mail com a solicitação para se recadastrar na lista de e-mails diário ou semanal.

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Se você NÃO responder ao e-mail enviado, seu nome será automaticamente RETIRADO da lista e deixará de receber as informações do blog.

Se por um acaso seu servidor bloquear o e-mail de recadastramento enviado e não recebê-lo até amanhã, dia 04, por favor, peço a gentileza de escrever-me informando qual é sua opção: diária ou semanal.
Assim evitarei remover os Amigos do Bem incorretamente.

Obrigado e grato pela compreensão.

Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes!

Marcos Aranha Ü


Publicado às 10h08.
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Cuide do que ouve

Olá Amigos do Bem!
 
Achei legal de receber e-mails e comentários sobre a proposta da prática do Aqui e Agora.
 
Sempre me pergunto: por quê só algumas pessoas se dão ao trabalho de deixar-me saber suas opiniões enquanto muitas apenas lêem o blog e não se manifestam?
Como convencê-los de que só a comunicação ativa poderá trazer para o plano do relacionamento algo mais proveitoso? Se não gostar, escreva e deixe-me saber o que está ruim. Se estiver bom, escreva e deixe-me saber também.
 
Vou insistir mais uma vez. Depois de ler o post do dia, por favor, clique em "comentários" no fim de cada texto, ou mande um e-mail para linhadireta@casadobem.com.br .
Esta é a única maneira de saber suas opiniões e tentar fazer este espaço mais útil e melhor. Obrigado.
 
Dito isto, vamos lá ao post de hoje.
 
Outro dia tive um encontro com um consultor que se propôs a colaborar comigo numa empreitada.
Depois de expor o histórico e os objetivos que eu deveria alcançar ele tomou a palavra.
 
Durante dez minutos, ou mais, ele usou palavras fortes, críticas e duras para falar de mim, não do meu trabalho.
Ouvi atentamente sem interrompê-lo pois queria realmente ser ajudado.
Depois que ele terminou eu lhe disse: "depois de tudo isto, só me resta te pedir um revolver emprestado e dar um tiro na minha cabeça. Afinal, o que eu posso ter de bom que te fez vir até este encontro?"
 
Ele se desculpou disse duas coisas boas e desandou a falar tudo o que me falta, sem conseguir ao menos fazer uma análise construtiva do que eu já tenho e poderia me ajudar a chegar nos meus objetivos.
Continuei em silêncio (quem me conhece sabe que isto é difícil para mim nestas situações) ouvindo-o e focando nos meus sentidos tentando separar-me do emissor e conhecendo minhas sensações, sentimentos e pensamentos.
 
Depois de ouví-lo bem, me perguntei: "o que eu esperava dele? Qual é o interesse dele em me inferiorizar e me manter atento aos valores e talentos dele comparados com os meus? Será que ele tem algo para oferecer além do seu mundinho? Será que ele genuinamente quer me ajudar ou está apenas pensando nele?"
As respostas vieram rápidas e claras. Prontamente o agradeci pelo seu tempo e pensamentos. Terminamos o papo, infrutífero para os dois.
 
Em tempos de Big Brother e outros reality shows na TV, todo mundo se acha no direito de falar do outro.
Algo muito importante é lembrarmos que, cada um de nós, tem a responsabilidade da palavra e quando estivermos diante de alguém que não a tem, devemos ter a responsabilidade de cuidar do que ouvimos.
 
Ninguém tem o direito de nos fazer infeliz, só nós mesmos.
Cuidando do que sai de nossos pensamentos, palavras e atos já estamos meio caminho andado para não prejudicar ao próximo.
Cuidando do que entra em nossos sentidos, pensamentos e sensações já estamos meio caminho andado para nos afastar de quem tem interesses que jamais conheceremos.
 
Você conhece a fábula de Zeus e a serpente de Esopo?
Ela é um bom exemplo de como cada um deve estar atento e cuidar de si.
 
Como Zeus ia se casar, cada um dos animais deu-lhe um presente de acordo com suas possibilidades.
A serpente, arrastando-se, foi até ele levando uma rosa na boca.
Ao vê-la, Zeus exclamou:
- Aceito os presentes de todos, mas de tua boca nada aceitarei pois duvido da bondade dos maus.
 
É isto aí, Seja Feliz! Só você pode fazer isto por você!
 
Abraços, Marcos Aranha Ü

Publicado às 08h42.
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Para começar um mês novo

Olá Amigos do Bem!

 Olhe para a imagem acima por um instante.
O que vem à mente?
 
É muito comum as pessoas deixarem de olhar para dentro e se levar pelo que está olhando fora.
Muito comum...
 
Uma boa tentativa prática é: antes de embarcar no estímulo exterior, auto-conheça-se para saber quais são as sensações, sentimentos e pensamentos você está vivenciando também internamente no momento.
Se souber reconhecê-los saberá também o que há de comum e de diferente em relação ao que está em baila.
 
Vamos brincar um pouco com isto. Vamos continuar usando o estímulo da foto.
 
Parte 1
Imagine que é um funcionário que saiu com sua máquina de sinalizar estradas.
Agora olhe para foto, tome um tempo e responda:
1- que sensações as cores e as luzes da foto te transmitem? E o local onde está agora?
2- que som você ouve na foto? E neste momento?
3- que cheiros sente daquela estrada? E no aqui e agora?
4- qual a temperatura daquele local? E onde está?
 
Parte 2
Continue a olhar para a foto e responda:
1- que sensações as cores e as luzes do local onde você está agora estão transmitindo?
2- que som você ouve neste momento?
3- que cheiros sente no aqui e agora?
4- qual a temperatura onde está?
 
Parte 3
O que está sentindo e pensando agora?
O que você pôde aprender nestes dois exercícios?
Onde estava seu corpo e onde estava sua mente?
Você pôde notar como a mente cria realidades mesmo seu corpo permanecendo no lugar?
Percebeu como a mente mergulha para o exterior do corpo vivenciando os estímulos que os sentidos internos dele oferecem?
 
Parte 4
Mas afinal, o que está diferente em você nestas olhadas para o mesmo objeto focal?
Seu diálogo interno mudou, sua conversa intrapessoal se ampliou?
Você tomou consciência do que está vivendo no aqui e agora e o que sua mente julga no presente com as experiências do passado?
 
Assim é a linda e fantástica experiência de viver.
Antes de julgar o que está fora, auto-conheça-se perguntando: em que realidade eu estou agora?

Quanto mais praticar, mais vai poder desenvolver a qualidade de permanecer em equilíbrio, deixando a mente e o corpo alinhados, evitando que cada um estaja em mundos diferentes.

Tenha um ótimo mês de fevereiro! Seja Feliz!

Abraços, Marcos Aranha Ü

p.s.- se você quiser ajudar a ONG Constelação, reserve sua agenda amanhã, dia 02 de fevereiro, às 20h00 e apareça no Me Gusta Café, que fica na av. Cotovia 269, em Moema.
Você doará 30 reais na entrada e terá direito a tomar grátis as bebidas a base de café. Participe!!!
 
p.s2- a Casa do Saber está oferecendo algumas aulas abertas e grátis nesta semana. Visite o site www.casadosaber.com.br e informe-se. Vale a pena!

Publicado às 08h25.
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Solidariedade Paulistana

Olá Amigos do Bem!
 
post de hoje traz uma história verídica e fresquinha.
 
Cena 1:
Quem: eu
Data: 21. janeiro
Cenário: férias no interior
Clima: sossegado
Quando: à tarde
O que: lendo sobre procedimentos de emergência e primeiros socorros. Desde jovem tenho o costumo estudar e treinar. Espero nunca precisar destes conhecimentos mas estudo com afinco.
 
Cena 2:
Quem: meus filhos e eu
Data: 28.janeiro
Cenário:cinema do Shopping Jardim Sul, sala 9, quase cheia, escuridão total
Clima: muitos risos da comédia que víamos
Quando: metade do filme
O que: seis fileiras na nossa frente um grupo de 10 a 15 jovens começam a gritar em inglês e alguns correm para fora do cinema.
 
Percebi que era uma situação de emergência, mas o que eu pensei. Assalto? Briga? Ataque cardíaco? O que?
 
O que você faria numa hora destas?
 
Ninguém entendeu o que se passava nos primeiros 5 segundos.
Saltei imediatamente da minha poltrona e corri em direção aos jovens.
Notei que uma menina estava tendo uma convulsão enquanto as suas amigas choravam e gritavam desesperadas.
  
Prestei os primeiros socorros, meu filho e minha filha me ajudaram com sua lanterna do telefone celular (sempre achava uma besteira este feature do telefone, mas agora acho ele muito bom) pois o pessoal do cinema não queria parar o filme nem acender as luzes, um absurdo.
 
Depois de controlar a situação desobstruíndo as vias aéreas virando-a e protejendo a cabeça da menina (tinha acabado de ler que jamais devemos pôr o dedo na boca; corre-se o risco de perdê-lo) gritei para saber se tinha algum médico, e logo apareceram duas médicas que estavam assistindo ao filme.
Elas pensavam que eu era médico e por isso não se prontificaram no atendimento antes. Será?
 
Após uns cinco minutos (uma eternidade numa emergência), o pessoal acendeu as luzes e a jovem foi melhorando e saindo do estado convulsivo.
Uma das médica me pediu para carregá-la para fora no colo e o fiz pois pensávamos que o cinema teria os equipamentos de socorro necessários.
 
Ao chegar com a menina no saguão, haviam uns cinco ou seis seguranças do cinema na porta e pediram para eu voltar para dentro da sala para não "tumultuar" o cinema.
Olhei para a cara do sujeito e o ignorei para não perder o foco. Outro absurdo do pessoal do cine.
 
Permaneci com ela no colo mais uns dois minutos até que um bombeiro apareceu com uma maca de madeira.
Coloquei a menina sobre a maca, tirei o pulso dela, a temperatura e tudo estava sobre controle.
Após vê-la melhor, pedi o telefone dos pais dela para uma das amigas para saber qual hospital levá-la.
 
Enquanto isto, puseram-na numa cadeira de rodas para levá-la à enfermaria do shopping. Segui com ela mas o elevador não funcionava e a menina desmaiou.
Corremos pela escada rolante e a levamos para a enfermaria onde recebeu um bom atendimento da enfermeira pois não havia nenhum médico (detalhe: isto foi uns 10 minutos depois do ataque convulsivo).
 
Depois que a Priscila, este é o nome da menina, recobrou a consciência, conversei com ela e voltei a telefonar para os pais para tranquilizá-los e informar que iríamos esperar por eles pois o quadro era bom e estável.
 
Uma hora depois de muito trânsito os pais chegaram, informei a eles o que tinha ocorrido, me despedi e fui prestar uma queixa na administração do shopping pois este tipo de mal atendimento jamais deverá se repetir.
Os funcionários têm de estar sempre preparados e exautivamente treinados pois se fosse um evento cardíaco, a menina teria morrido com toda a certeza.
 
Não sei se verei alguma outra vez na vida a Priscila ou seus pais, mas o mais importante foi o que meus filhos, aqueles jovens e eu pudemos aprender com todo este lamentável episódio.
Estar informado, preparado, alerta, tomar a iniciativa, e fazer pelo próximo o que a gente gostaria que fizessem por nós, sem medir esforços, foi uma lição que todos pudemos vivenciar.
 
Aqueles que nem se mexeram na cadeira e continuaram vendo o filme, também devem ter tirado alguma lição. Qual? Não faço idéia...
 
Embora tantas pessoas falem que São Paulo é uma cidade desumana, ainda tenho a certeza que sempre haverá pessoas solidárias dispostas a ajudar, sempre.
A Priscila já descobriu isto e tenho certeza que ela fará a corrente daqui para a frente.
 
O nome do filme que estávamos vendo? Era "Entrando numa fria ainda maior".
Voltamos ao shopping no domingo para terminar de vê-lo.
Ao sair, comentei com os meus filhos: "vimos dois filmes, o de sexta era uma aventura, o de hoje uma comédia".
Vale assistir para rir e desestressar.
 
Abraços a todos, boa semana!
 
Seja Feliz! Marcos Aranha Ü
 
p.s.- se você quiser ajudar a ONG Constelação, reserve sua agenda no dia 02 de fevereiro às 20h00 e apareça no Me Gusta Café, que fica na av. Cotovia 269, em Moema.
Você doará 30 reais na entrada e terá direito a tomar grátis as bebidas a base de café. Participe!!!

Publicado às 23h20.
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