blog do Bem!


Mais tecnologia para você?

Olá Amigos do Bem!
 
Você acredita que a tecnologia pode melhorar sua vida?
Quem me conhece sabe que adoro tecnologia criativa e servil.
Odeio tecnologia ultrapassada e escravizadora.
 
Sou da opinião que a tecnologia deve servir ao Ser humano e não o contrário. Mas nem sempre a coisa funciona assim.
 
Quer um exemplo? A novidade do momento é...
Sim, o Blackberry que uma operadora de telefonia celular está trazendo com exclusividade para o Brasil.
Só esta semana ouvi seis pessoas animadíssimas que terão em breve o bichinho novo nas mãos.
 
As promessas publicitárias são tentadoras: mais tempo para você; mais resultados nos negócios; maior agilidade e rapidez nas decisões; conectividade total; 30% a mais de e-mails respondidos por dia; e a lista de benefícios segue contando só vantagens.
 
Mas, tem também um outro lado e vou contar aqui no blog minha experiência com o Blackberry que usei em Miami, em 2002, quando trabalhei para um projeto de uma agência de publicidade lá nas terras do norte.
 
No começo eu adorei. Tudo era novidade. Li as trocentas páginas dos manuais para tirar o máximo de proveito do brinquedinho novo (tenho este costume de ler manuais e acho que adquiri este hábito ainda criança pois não gostava de ir ao banheiro e para matar o tempo lia bula de remédios e rótulos de xampús que encontrava).
 
O contrato prometia o que eu necessitava, uma tecnologia que me dava acesso ao e-mail e telefone remoto 24/7 (24 horas por dia, os 7 dias da semana). Que maravilha, plugado de verdade! Tudo que sonhava por algumas dezenas de dólares.
 
Disse sonhava, pois depois de um tempo, virou pesadelo e tinha vontade de afogar o aparelho na privada.
O povo não me deixava em paz, 24/7.
 
Tinha um escritório em outro continente com 9 horas de diferença de fuso horário com Miami.
O presidente de lá, um americano ex-patriado e carente de conversar com quem estava deste lado de Greenwich, adorava que eu estava disponível, sempre, para ele.
Até aí a gente toma uns sustos nas primeiras madrugadas que o Blackberry chama, mas depois acostuma e o tom de chamada já faz parte dos sonhos.
O duro é que tinham mais 18 presidentes, de muitos outros fusos, também pensando o mesmo que aquele outro.
 
Conclusão, achei o Blackberry invasivo e para falar a verdade, meia boca, tecnologicamente falando.
Os anexos dos e-mails têm limitações para serem lidos e visualizados e o forte mesmo, são os textos rápidos que se escreve no pequeno teclado.
 
Como a gente paga por air-time, tem que aprender a escrever num novo tipo de linguagem curta e quase enigmática para não gastar uma fortuna e inviabilizar o custo/benefício.
Minha assinatura era um simples "m" e o do chairmain da agência "a", you era "u", are "r", e assim por diante.
Exemplo: "m, r u go'g t ny tnit?" - Marcos, are you going to New York tonight?
 
Portanto, se você está sonhando com um bichinho destes para sua empresa, lembre-se de alguns detalhes importantes para o Brasil: - o contrato de usuário garante conectividade 24/7, mas isto pode servir de prova em processos por cobrança de horas extras, férias não gozadas, etc na Justiça do Trabalho, mesmo para quem tem cargo de confiança. Cuidado com os exageros e respeite os usuários sem invadir a vida pessoal. Será que dá para fazer isto?
 
Fazendo de uma longa história curta, enquanto tive o blackberry em mãos pude realmente estar disponível 24/7 para os Clientes, equipe, corporação. Lia muito mais e-mails por dia pois enquanto tinha uma folguinha entre reuniões ou translados eu trabalhava respondendo dúzias deles. O telefone funciona em qualquer lugar e pode-se usá-lo com mãos livres e em modo de conferência. Todo mundo adorou a minha eficiência e eficácia.
 
Enfim, foi quase tudo de bom. É, o tempo para mim, diminuiu, para minha família também. Privacidade? Never more!
 
Minha avaliação: não compraria um blackberry novamente.
O bom e velho celular ou Nextel e um notebook com acesso wireless, ou até mesmo uma Palm com o celular integrado, dão conta do recado, a um custo operacional razoável e com a tecla "desliga" para você poder viver seu lado pessoal equilibradamente.
 
Seja Feliz! Faça a tecnologia trabalhar para você, não você para ela!
 
Bom fim de semana!
 
Abraços, Marcos Aranha ü

Publicado às 23h41.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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Poesia

Olá Amigos do Bem!

Hoje publico uma poesia de Amado Nervo, poeta mexicano, enviada da Espanha pela amiga Pamela.

Seja Feliz! Abraços, Marcos Aranha ü

Karma (destino)
 
"Já perto do meu fim, eu te bendigo, ó Vida,
porque jamais me deste esperança não desfrutada,
trabalho menos justo, ou pena não merecida,
pois na romagem longa em que fui peregrino,
fui eu quem construiu meu próprio destino.
Se das coisas foi dor ou prazer que extrai,
é porque nelas dor ou bondade espargi.
Quando plantei roseirais, sempre rosas colhi.
Aproxima-se agora o meu álgido inverno,
mas eu sabia bem não ter um Maio eterno.
As horas de amargor, senti-as duramente,
mas não me prometeste horas boas somente
e, no entanto, também as tive de presente.
E fui amado... e amei. Beijou-me o sol vivaz!
Nada me deves, Vida, estamos, pois, em PAZ!"

Publicado às 00h58.
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Não pendure as chuteiras

Olá Amigos do Bem!

Recebi este texto do Willian Safire enviado pelo amigo Octavio Aronis. Vale a pena ler e refletir.

Seja Feliz! Abraços, Marcos Aranha ü

O Prêmio Nobel James Watson, que iniciou uma revolução na ciência participando da descoberta da estrutura do DNA, disse-me com franqueza há um par de anos: "Nunca se aposente. Seu cérebro precisa de exercício, ou atrofia."

Por que, então, digo adeus aos leitores da página de opinião depois de mais de 3 mil colunas? Ninguém me forçou. Aos 75 anos, estou em boa forma, não afligido pelo tédio político; e minha recente coluna sobre a injustiça do tsunami e o Livro de Jó motivou a maior resposta pelo correio em 32 anos de opiniões e críticas.

Eis por que estou saindo: numa entrevista há 50 anos, o idoso publicitário Bruce Barton disse-me algo parecido com o aviso de Watson sobre a necessidade de continuar experimentando alguma coisa nova, que resumi assim:
"Quando você passa por mudanças, passa bem." Barton adotou de bom grado o aforismo, que desde então atribuí a ele.

Combinem estes dois pequenos conselhos - nunca se aposente, mas planeje mudar sua carreira para manter suas sinapses funcionando - e vocês verão o caminho que agora sigo. Os leitores também podem querer pensar numa estratégia de longevidade.

Todos estamos vivendo mais. No último século, a expectativa de vida dos americanos aumentou de 47 para 77 anos. Com as curas do câncer, males cardíacos e derrames a caminho, com a certeza da engenharia genética, da regeneração de células e dos transplantes de órgãos, a geração do baby boom evitará a doença, se cuidará e chegará muito além dos limites bíblicos dos 70.

Mas para quê? Se o corpo continua por aí enquanto o cérebro se perde, uma vida mais longa torna-se um peso para a pessoa e a sociedade. A extensão da vida do corpo ganha mais significado quando preservamos a vida da mente.

Esta idéia levou um amigo de uma vida inteira, David Mahoney, que dirigiu a Fundação Dana até sua morte em 2000, a juntar-se a Jim Watson para formar a Aliança Dana para Iniciativas do Cérebro. Eles me convenceram, há uns dez anos, a ajudá-los a animar uma moribunda "década do cérebro". Encorajando vários dos mais prestigiados neurocientistas a sair do isolamento e explicar com palavras simples o potencial da ciência do cérebro, eles  traíram o crescente apoio público e privado à pesquisa.

Isto se transformou no programa que funcionava silenciosamente por trás de minha vida pública como especialista em língua, comentarista televisivo, romancista e, duas vezes por semana, injurioso difamador direitista.

Eu não tinha pretensão de me tornar um cientista (me formei quase como último da classe na Escola de Ciência do Bronx), mas lancei umas poucas publicações em um website -
www.Dana.org - que abriram alguns canais entre cientistas, jornalistas e pessoas em busca de informações confiáveis sobre a excitante área.

A experiência como polemista do New York Times tornou mais fácil o mergulho nas controvérsias da ciência. A filantropia da Dana fornece fóruns para o debate da neuroética: é certo ir além do tratamento das doenças mentais para melhorar o cérebro normal? devemos nivelar a altura humana com hormônios de crescimento? a clonagem é moralmente sólida? a sensação de bem-estar induzida por drogas mina a "verdadeira" felicidade? Tal alimento para a reflexão agora está se tornando meu sustento.

E quanto àquilo que a turma do conhecimento chama de "transferência executiva" no aprendizado? Uma  ompreensão das artes no início da vida - música, dança, teatro, desenho - afeta a habilidade de uma criança de aplicar este processo cognitivo para ter facilidade em matemática, arquitetura, história? Novas técnicas de exame por imagens e estudos longitudinais muito necessários poderão fornecer respostas em vez de anedotas e afetar os orçamentos para a arte nas escolas.

Assim, eu disse ao editor do New York Times há dois anos que a campanha presidencial de 2004 seria minha despedida como analista político e depois eu assumiria a presidência da Dana em tempo integral. Ele expressou a tristeza apropriada por perder o articulista conservador da página de opinião, mas disse que seria uma idéia terrível abandonar a coluna de língua do domingo. Esta é minha recreação de estudioso, por isso aceitei continuar.

A partir desta semana, trabalhando numa fundação ativa e que financia projetos, terei de reeducar partes de meu cérebro. Isto poderá não me tornar um grande homem no hipocampo, mas significará a diminuição da observação do horizonte que me obrigava a assumir posições sobre tudo o que acontecia no mundo; em vez disso, um verticalismo bem-vindo me levará a cavar mais fundo em áreas de interesse específicas. Menos afirmações de lobo solitário; mais assuntos colegiais. Ouço dizer que é difícil.

Mas a reeducação e o novo estímulo são aquilo que todos nós deveríamos exigir "no fim da vida, para o qual o começo foi feito".

Atletas e dançarinos lidam com a necessidade de se reeducar depois dos 30 anos; trabalhadores, depois dos 40; diretores, depois dos 50; políticos, depois dos 60; acadêmicos e personalidades da mídia, depois dos 70.

O segredo é começar cedo em nossas carreiras o passatempo antiestresse do qual precisaremos mais tarde como uma ocupação final que exercitará a mente.
Podemos abandonar um emprego, mas o abandono do envolvimento revigorado é um risco para a mente.

Em seu inverno inaugural de 2005, o governo em Washington divide-se com fervor partidário sobre a necessidade ou a maneira de proteger as contas de previdência social dos jovens de hoje em 2040. Mais cedo ou mais tarde, vamos encarar isso; ter segurança econômica pessoal é livrar-se do medo.

Mas quantos de nós estão planejando agora suas contas de atividade social? A renovação intelectual não é um novo e grande programa do governo, e assegurar a continuação da interação social não aumenta nenhum déficit.

Criando a base para atividades futuras durante nossas carreiras atuais, rejeitamos a aposentadoria imbecilizante e agarramos a oportunidade de um jovial recomeço.

As ciências médica e genética certamente aumentarão nosso tempo de vida. Com quase a mesma certeza, a neurociência tornará possível a agilidade mental para os idosos. Ninguém deveria deixar de aproveitar as dádivas físicas e mentais que virão.

Quando você passa por uma mudança, aprendizado, trabalhando para continuar envolvido - só então você passa bem. "Nunca se aposente."


Publicado às 09h17.
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Muy amigo

Olá Amigos do Bem!
 
Estou atravesando um momento de balanço sobre a minha vida.
Observação, reflexão, atenção e tentar viver conscientemente todas as áreas da vida tem sido o caminho.
 
Sou um otimista, realista positivista ou sei lá como dizer.
Procuro sempre evitar pensamentos e palavras negativas, pessimistas e destrutivas, não pelo fato de não gostar delas, mas por sentir que elas ainda não acreditam na beleza que tudo é e está perfeito, adversamente de meus desejos.
Por outro lado, tenho trazido para minha vida material a oportunidade de praticar este estado de espírito.
 
Ontem tive um encontro onde mais uma vez o interlocutor, um "amigo", dizia não poder acreditar como eu posso estar "zen" se na realidade estou é tão fu....
Como você ainda pode continuar positivo e acreditando que a vida é boa se ela só está te trazendo m....?, perguntou ele.
 
Costumo reagir a estas situações respondendo prontamento com uma lista de tudo de bom que a vida me oferece e mostro que das oito áreas que valorizo, apenas duas estão em desequilíbrio momentâneo. 
O jogo da minha vida tem um placar de 6 x 2 o que, convenhamos, é bom pacas.
 
Desta vez não reagi, fui meio taoísta e pratiquei a não ação.
Isto o fez continuar descrevendo toda a sua lista de crenças, preconceitos, regras etc e tal, importantes para ele, mantendo-me como objeto focal para a análise da vida.
 
De tudo que ouvi, pouco sinto que realmente sou eu aqui dentro. Poucos dos meus valores e princípios estavam em comum com os dele.
Algo do que ele julga que eu faço, certamente o levou a fazer estes prematuros julgamentos.
Para terminar ele fez uma recomendação, com um checklist de tudo que eu devo mudar e fazer para minha vida ser melhor, como o sucesso da dele (que diga-se de passagem é financeiro).
 
Até aí tudo parecia bem. Uma pessoa aparentemente querendo ajudar a outra.
Me perguntei: será isto só boa intenção ou genuinamente uma boa ação que ele pretende fazer por mim?
Na seqüência ele deixou clara a resposta.
 
O fato dele querer que eu mude aquilo que valorizo, aquilo que sou, aquilo que sei fazer bem, para então fazer o que é certo para ele, o que ele faz, certamente o fará sentir-se igual ou melhor a mim, uma jogada inconsciente, mas meio duvidosa quanto à genuína boa ação. 
 
Se eu mudar, ele se sentirá valorizado por seu sucesso, caso contrário, eu continuarei sendo ruim como ele me vê agora e me culpará por não ter feito o que ele determinou.
 
Aí me perguntei: quantas e quantas vezes já tive este tipo de papo com pessoas que diziam que me queriam bem e no fundo, no fundo, nada fizeram para me ajudar, e simplesmente me criticaram e não souberam encontrar o que tenho de bom?
A resposta vocês já sabem.
 
Descobri mais um Muy amigo!
 
Cuidem-se, nem todo cordeiro é do Bem. Tem muito lobo disfarçado de cordeiro solto por aí dando conselhos sobre o que devemos ser e fazer na vida.
Mas não generalizemos, pois tem muita gente do Bem que genuinamente estão dispostas a ajudar.
 
Seja Feliz! As experiências da vida são as oportunidades de expressar a felicidade que levamos dentro.
 
Abraços, Marcos Aranha ü

Publicado às 07h20.
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Funciona sempre!!!

Olá Amigos do Bem!
 
Tem certas coisas que jamais entenderemos, mas devemos aceitar que é o melhor para nós.
 
Quando eu era pequeno minha mãe fazia uma brincadeira que se chamava "Jogo do contente". 
Todas as vezes que acontecia algo que nós achávamos ruim, ela dizia: olhe o lado positivo disto pois também teria outro mais negativo ainda.
 
Estava vendendo meu carro há algum tempo. Esta semana apareceu uma compradora. Acertamos o valor e amanhã eu entregaria o carro.
Hoje fomos na creche visitar e brincar com as crianças. Depois fomos na casa de um amigo. Três horas depois saimos e o carro havia sido furtado.
 
Telefonei para o 190, liguei para a Connectcar para bloquearem o carro, fomos fazer B.O.
 
Lá na delegacia o escrivão de polícia disse: "ainda bem que foi só um furto e não um roubo pois aqui temos tido muitos assaltos com vítimas, sorte do senhor!".
 
Taí, mais uma vez o jogo do contente em ação. Funciona sempre!!!
 
Voltamos de taxi para casa e o taxista me disse que poderei pedir de volta o IPVA que havia pago na 6a feira.  
Funciona sempre!!!
 
Seja Feliz! Mesmo quando tudo parece diferente do que você esperava da vida!
 
Abraços,
 
Marcos Aranha ü
 
p.s.- 24 horas depois o carro continua desaparecido e a empresa Connectcar que deveria localizar e desligar o veículo por satélite diz que ainda não pôde encontrá-lo. No comercial da TV eles mostram até um helicóptero que sobrevoa o local onde o carro é abandonado, mas na realidade a coisa é bem diferente. Eles enviam um sinal para que o carro pare, e esperam que alguém que o encontre avise a polícia, para que esta então avise o proprietário ou a Connectcar. Vivendo e aprendendo. Quem pensa que contatou um serviço, descobre que comprou gato por lebre. Este, nem sempre funciona...

Publicado às 22h38.
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