blog do Bem!


É possível a Auto-ajuda?

Olá Amigos do Bem
 
Esta semana tive a oportunidade de escutar de um teólogo, psicólogo, antropólogo, filósofo e ex-seminarista algumas reflexões interessantes sobre a crescente onda de livros de auto-ajuda.
 
Ele já escreveu 16 livros, sendo um deles editado em três idiomas, hoje vive de dar palestras, workshops e afins, no Brasil e no mundo, onde é pago para falar o que pensa e sabe sobre sua própria experiência de vida.
Respeito-o pois vive do que plantou ao longo de 40 anos de estudos e muito altruísmo social e econômico.
Não citarei o nome para não comprometê-lo.
 
Ele tem consciência de que os livros de auto-ajuda beneficiam menos de 5% dos leitores. Os restantes 95% conhecem intelectualmente o conteúdo, mas não conseguem romper o círculo vicioso emocional a que estão presos.
 
Segundo ele, para que a auto-transformação exista, a pessoa de precisa se auto-aceitar.
Para isto ela deve se auto-conhecer, e aí é que residem os problemas dos insucessos dos livros.
 
Os livros relatam o "sucesso" ou método de uma experiência pessoal. O autor, através de suas observações e experiências pessoais conseguiu um resultado que o beneficiou, e as pessoas vão atrás desta experiência para "encurtar caminho" e conseguir o mesmo resultado.
 
Acontece que o autor teve uma experiência completa do pensar, sentir e da ação, várias e várias vezes, antes de constatar o que funcionava e o que não, sempre sendo o protagonista das situações.
Já o leitor está tendo uma experiência a nível do pensar que inevitavelmente irá atuar sobre o sentir.
 
Até aí, tudo bem, a esperança, vontade e atitude de mudar estão bastante motivadas.
Mas vem a fase da ação, de tornar-se protagonista de sua transformação pessoal.
Se nesta fase a pessoa encontrar uma oportunidade de praticar o que conheceu e tiver um sucesso imediato, com no mínimo os resultados esperados, pode ser que ela consiga quebrar o círculo vicioso.
Caso a experiência não corresponda aos resultados esperados, ela desistirá e irá comprar outro livro, aumentando ainda mais o atual mercado e enriquecerá os autores, que já deverão estar escrevendo mais um livro relatando suas novas experiências.
 
Para ele, as pessoas que geralmente compram este tipo de livros têm problemas de se auto-aceitarem como são, e têm suas auto-estimas baixas.
Elas sofrem as consequências de terem um baixo nível de auto-conhecimento, e em geral estão buscando eliminar de suas vidas aquilo que não querem aceitar como algo que elas escolheram para si em algum no momento.
 
Segundo a observação dele, as mudanças só ocorrem quando a pessoa pode "ver-se", ter auto-conhecimento do que é o seu Ser, o que ele faz nesta vida e então aceitar suas escolhas, subir sua auto-estima, para daí poder mudar, fazendo novas escolhas.
 
Para mim ficou claro que o modelo mental daqueles 5% que têm resultados positivos tiveram foi a atitude de serem os protagonistas de suas vidas, pois aceitaram para eles a atitude de terem que vivenciar as palavras lidas e pô-las em prática dentro de suas limitações e talentos, com auto-conhecimento.
 
Os restantes 95%, infelizmente, continuarão nos seus modelos mentais de vítimas, não conhecendo a si mesmos, nem tão pouco aceitando-se, acreditando que a resposta está fora, e não dentro de si mesmos.
Continuarão buscando modelos de alguém mais, e terão dificuldade de encontrar o seu próprio.
 
Estes querem comprar a pílula dourada, tomá-la e pronto! 
Como por milagre, esperam que tudo esteja diferente e resolvido.
Eles continuarão alimentando seus pensamentos com mais e mais idéias vividas por outras pessoas, até que um dia dê certo.
 
Tem uma última coisa que achei interessante nas observações dele: o papel do facilitador externo da transfomação interior.
 
Ele acredita que só através da aceitação da outra pessoa como ela é, e da demonstração de amor e compaixão por ela, é que se estabelece o sincero vínculo que propicia a cura interior, e abre caminho para a transformação verdadeira.
 
Ao ser aceito pelo facilitador como ela é, a pessoa passa ater a tranquilidade interior e a auto-estima necessárias para “cruzar a ponte” e ir encontrar algo novo em outras paragens.
 
As chaves para que a auto-ajuda possa ser possível, em quatro palavras: auto-aceitação, auto-conhecimento, auto-transformação, protagonismo.
 
Os livros ajudam, em 95% dos casos, apenas o autor.
 
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes!
 
Ótimo fim de semana!
 
Abraços, by Marcos Souza Aranha

Publicado às 06h04.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?




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Olá Amigos do Bem!

Ontem li o comentário do Bruno e concordo inteiramente. Mais do que conhecer o significado daquelas palavras, é ter consciência dos significados de nossos atos. Sem dúvida alguma o Homem já conhece estes significados há séculos, porém ainda tem dificuldades para pôr em prática.

Sugiro um exercício a todos. Escolha uma palavra da lista e ponha em prática em todos os seus atos no dia de hoje. Só hoje e aprenda com isto.

Deixo mais um texto legal enviado pelo Victor Ades. Obrigado pela sua ajuda, interesse e contribuições.

Seja Feliz! Abraços, by Marcos Souza Aranha

"Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência.
 
Lembre-se de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
 
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
 
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
 
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
 
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
 
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
 
Jamais desista de si mesmo.
 
Jamais desista das pessoas que você ama.
 
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
 
E você é um ser humano especial! "
 
 
Autor Desconhecido

Publicado às 07h19.
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Verbetes para refletir

Olá Amigos do Bem!
 
Publico mais uma contribuição do Victor Leon Ades para relembrarmos certos verbetes e refletirmos.
 
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
 
Abraços, by Marcos Souza Aranha
 

Uma pequena aula de português com alguns verbetes retirados do Dicionário Michaelis:

po.lí.ti.ca
s. f. 1. Arte ou ciência de governar. 2. Aplicação desta arte nos negócios internos da nação (política interna) ou nos negócios externos (política externa). 3. Prática ou profissão de conduzir negócios políticos. 4. Conjunto dos princípios ou opiniões políticas. 5. Astúcia, maquiavelismo. 6. Cerimônia, cortesia, urbanidade.

de.mo.cra.ci.a
s. f. Forma de governo na qual o poder emana do povo.

re.pre.sen.ta.ti.vo
Adj. 1. Que representa ou serve para representar. 2. Que envolve representação. 3. Formado de representantes.

po.der
v. 1. Tr. dir. Ter a faculdade ou possibilidade de. 2. Tr. dir. Ter autoridade, domínio ou influência para. 3. Ter força ou influência. 4. Tr. dir. Ter permissão ou autorização para. 5. Haver possibilidade; ser possível: Tudo pode acontecer. 6. Tr. dir. Usa-se interrogativamente para pedir a alguém que faça alguma coisa: Pode-me dizer onde é o mercado? Conjugação: Pres. ind.: posso, podes, pode, podemos etc. ind.: pude, pudeste, pôde, pudemos etc. Pres. sub.: possa, possas etc. Fut.subj.: puder, puderes, etc.
s. m. 1. Faculdade, possibilidade. 2. Faculdade de impor obediência; autoridade, mando. 3. Império, soberania. 4. Posse, jurisdição, domínio, atribuição. 5. Governo de um Estado. 6. Forças militares. 7. Força ou influência. 8. Força física ou moral. 9. Eficácia, efeito, virtude. 10. Meios, recursos. 11. Capacidade de agir ou de produzir um efeito : P. aquisitivo. — P. espiritual: autoridade P. temporal: a) autoridade civil; b) o poder dos papas como soberanos territoriais.

con.cha.vo
s. m. 1. Ato de conchavar; acordo, ajuste, união. 2. Conluio, mancomunação.

ma.ma.ta
s. f. 1. Empresa ou negócio, público ou particular, em que políticos e funcionários protegidos auferem lucros ilícitos. 2. Ladroeira, comilança, roubalheira, marmelada.

cor.rup.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de corromper; decomposição, putrefação. 2. Depravação, devassidão.

en.ga.nar
v. 1. Tr. dir. Empregar enganos; embaçar, embair, iludir. 2. Pron. Cair em erro; iludir-se, equivocar-se.

de.sen.ga.na.do
adj. 1. Desiludido. 2. Que não tem cura.

frus.tra.do
adj. 1. Malogrado, gorado, baldado. 2. Que não chegou a desenvolver-se; incompleto, imperfeito.

en.go.do
(ô), s. m. 1. Isca para pescar. 2. Ceva para apanhar aves ou peixes. 3. Coisa com que se engoda ou se induz alguém.

rai.va
s. f. 1. Doença infecciosa, especialmente dos cães, podendo transmitir-se por mordedura a outros animais e ao homem; hidrofobia. 2. Prurido que as crianças sentem nas gengivas no período da dentição. 3. Violento acesso de ira, com fúria e desespero. 4. Aversão, ódio.

re.vol.ta.do
adj. 1. Que se revoltou, que se rebelou; insubmisso, rebelde, revoltoso. 2. Que mostra indignação; indignado. S. m. Indivíduo revoltado.

re.vo.lu.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de revolver (-se) ou revolucionar; revolvimento. 2. Mudança violenta nas instituições políticas de uma nação. 3. Perturbação moral; indignação, agitação. 4. Transformação natural da superfície do globo. 5. Rotação em torno de um eixo imóvel. 6. Volta, rotação, giro. 7. Perturbação, agitação. 8. Desvio no modo de considerar assuntos relativos a um ramo qualquer do pensamento humano. 9. Astr. Tempo que um astro gasta para descrever o curso de sua órbita. 10. Geom. Movimento suposto de um plano em volta de um dos seus lados, para gerar um sólido.

de.ses.pe.ro
(ê), s. m. 1. Ato ou efeito de desesperar; desesperação . 2. Aflição, ânsia. 3. Ódio, cólera. 4. Contrariedade. 5. Coisa que faz desesperar.

es.pe.ran.ça
s. f. 1. Ato de esperar. 2. Expectativa na aquisição de um bem que se deseja. 3. A segunda das três virtudes teologais. 4. Entom. Inseto tetigonióide, de cor verde.

i.na.ção
s. f. 1. Falta de ação. 2. Abstenção de ação; inércia. 3. Frouxidão de caráter.

a.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de atuar; ato, feito, obra. 2. Resultado de uma força física ou moral. 3. Faculdade ou possibilidade de executar alguma coisa. 4. Modo de proceder. 5. Atividade, energia, movimento. 6. Gram. O que alguns verbos exprimem na oração. 7. Lit. Assunto ou entrecho dum drama, poema, romance etc. 8. Enredo de peça teatral, mais ou menos complicado. 9. Ret. Gesto ou movimento dos braços e corpo com que o orador, o ator ou qualquer pessoa, falando, acompanha a voz e anima a expressão para lhes dar a força e viveza correspondentes. 10. Bel.-art. Assunto geral dum quadro, dum grupo ou duma só figura; atitude, expressão, postura. 11. Mil. Batalha, combate. 12. Dir. Direito legítimo ou faculdade de alguém invocar a intervenção do órgão competente do Poder Público, a fim de cessar a violação ou o desconhecimento do seu direito por parte de outrem:A todo direito corresponde uma ação que o assegura (Cód. Civ., art. 75). 13. Dir. Demanda, pleito; processo forense. 14. Com. Documento que representa uma parte do capital duma sociedade anônima ou duma sociedade em comandita por ações. 15. Filos. Acidente que indica a modificação produzida pela própria substância.

ma.ni.fes.ta.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de manifestar (-se). 2. Expressão, revelação. 3. Expressão pública de opiniões ou sentimentos coletivos.

res.pon.sa.bi.li.da.de
s. f. 1. Qualidade de responsável. 2. Dir. Obrigação geral de responder pelas conseqüências dos próprios atos ou pelas dos outros.

vo.to
s. m. 1. Rel. Promessa livre e deliberada feita a Deus de alguma coisa que lhe é agradável, à qual nos obrigamos por religião. 2. Promessa solene; juramento. 3. Desejo sincero. 4. Oferenda em cumprimento de promessa. 5. Súplica a Deus. 6. Modo de manifestar a vontade, em tribunal ou assembléia. 7. Ato ou meio de votar; sufrágio.

A escolha destes verbetes foi proposital.
Se como eu, você estiver se sentindo desenganado com a situação de nosso país reflita sobre as ações que cada um de nós pode e deve tomar para mudar esta situação lamentável.
Nossos vizinhos sul-americanos estão tomando para si esta responsabilidade e estão mudando a história de seus países.
Lembre-se que temos eleições chegando no ano que vem.

Sejamos todos felizes!

Victor Leon Ades


Publicado às 06h31.
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Quem vai mudar isto?

Olá Amigos do Bem!
 
Acabo de assistir o programa Roda Viva que entrevistou o deputado Roberto Jefferson.
Prefiro não tecer comentários sobre o que vi e ouvi pois a imprensa irá falar disto nos próximos dias.
 
Gostaria de saber o que você está sentindo diante do atual quadro político?
 
Antes de seguir adiante, vamos ver o que o Aurélio diz sobre a profissão de político:
 
Político adj. 1. Da, ou próprio da política. 2. Que trata ou se ocupa da política. 3. Cortês, polido. 4. Astuto, hábil. * sm. Indivíduo que exerce ou procura exercer a política (2).
 
Fiz questão de começar assim pois peço para você imaginar qualquer outra profissão cujo significado seria "exerce ou procura exercer".
Imagine ir a um cirurgião que "procura exercer" a Medicina, por exemplo.
Você confiaria sua vida a ele?
 
Mas por que entregamos o poder aos políticos para que eles falem em nossos nomes?
Aí é que a porca torce o rabo.
Gostamos de elegê-los, mas depois disto não fazemos quase, ou absolutamente nada. Falamos deles, mal, é claro!
 
Eu estou sentindo nojo dos políticos como nunca senti antes, salvo algumas raras exceções que têm claro suas atribuições.
Mas confesso que também tenho um sentimento de culpa por tudo o que está acontecendo.
 
Quando era jovem, cheio de ideais, energia física e vontade de mudar o mundo, me lembro que na faculdade nós alunos falávamos muito de mudar o sistema político brasileiro.
Mas cada vez que falávamos sobre algum de nós ir para a vida pública, todos gozavam e já incinuavam que queria uma vida fácil, e era taxado de vagabundo.
Como a grande maioria dos alunos tinham nojo da classe política e temiam serem reconhecidos como mais um picareta. Passados mais de 20 anos e muitos governos, continuamos falando, mas ninguém foi para a vida pública.
 
Conclusão: todos tínhamos nojo da política, mas os políticos e seus herdeiros não, e eles foram lá e tomaram conta do Poder Legislativo e deste país.
Por isso me sinto mal neste momento. Falar nada adianta contra eles que agem mal há séculos neste país.
 
Na ausência de uma grande massa de pessoas honestas, dignas e comprometidas com o país ocupando cargos legislativos, muitos do que lá estão se sentem no direito de legislar em causa própria.
Muitos acreditam que é uma forma de compensar a reputação baixa e o preconceito contra eles.
Se nós tivemos vergonha ou desmerecemos o trabalho legislativo e eles não, do que podemos reclamar?
 
Não sei como mudar isto. Mas se deixarmos para os candidatos corruptos mudar algo, pouco acontecerá.
É um círculo vicioso. Nós não queremos entrar na vida pública, eles não querem sair.
 
Não adianta falar mal e continuar agindo assim, não é mesmo?
 
Vejo duas opções: - aprender a viver a democracia exercendo pressão sobre os programas de governo dos partidos e nossos candidatos, cobrando ações e resultados; - ou, entrar para a vida pública e agir duramente para que a próxima geração tenha uma possibilidade de mudar a percepção de servir ao país com honestidade e dignidade.
Será que temos mais opções?
 
Você sabe o e-mail e telefone do vereador, deputado estadual, federal, senador que você votou na última eleição?
Não?
Então vai uma perguntinha mais fácil: Você se lembra em quem votou?
 
Não se preocupe, 63% dos brasileiros também não sabem. Fica fácil entender que devemos mudar a política, começando por nós.
 
Seja Feliz! Todos os Seres, políticos ou não, merecem ser felizes.
 
Boa terça feira! Abraços, by Marcos Souza Aranha
 
p.s- um leitor acaba de me informar que houveram mudanças no e-mail do governo. Anote o novo:
 @lheira.no.governo.continuará
 

Publicado às 23h31.
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Aproveite a promoção!

Olá Amigos do Bem!
 
 
Será que esta super-promoção de fim de semana amplamente divulgada na mídia eletrônica e impressa teve algo a ver com a inundação do pátio da montadora nos dias se chuva de Maio?
 
O que será que aconteceu com todos estes carros? Será que eles foram vendidos ou destruídos? Será que você é um super-felizardo que comprou um deles?
 
Espero que não, mas que os descontos estavam bem grandes, isto estavam. Dá para desconfiar quando um fabricante de automóveis decide "queimar" os estoques.
 
Seja Feliz! Todos os Seres, com carro novo ou não, merecem ser felizes.
 
Abraços, by Marcos Souza Aranha

Publicado às 21h59.
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