Ah, esta tal de diversidade...
Olá Amigos do Bem!
No discurso está o pensar, o sentir e a intenção do fazer.
São muitas as pessoas que eu encontro e têm um discurso muito legal, apaixonado, persuasivo, até mesmo em nome de causas nobres, porém, tudo não passa de um grande desejo da própria pessoa de querer ser aquilo que idealizou, ser aquilo que é da boca para fora.
Pessoas assim, tendem a ver o mundo de uma maneira dualista e simplista: as coisas, pessoas e lugares são como quero que seja ou então não são boas. A incapacidade delas de compreender que entre uma ou outra existe um verdadeiro Universo de possibilidades, torna-as muitas vezes pequenos ou grandes tiranos que querem controlar seus mundinhos, afastando tudo e todos que os desafiam a pensar, sentir e agir de outras formas.
Porém, lá no fundo, o que estas pessoas precisam aprender a lidar, é com suas próprias inseguranças, medos de terem de explorar novos mundos, e principalmente, aprenderem a amar e serem amadas.
A dualidade traz uma falsa impressão para a mente de que é possível controlar o próprio mundinho e pior, ao cercar-se de gente parecida, ficam com a falsa impressão de que elas são assim amadas.
Tudo para evitar sofrer de aceitar outras possibilidades para suas vidas.
Viver a diversidade é viver o "ou" e o "e", é mergulhar no mundo do desconhecido, do incompreendido, da insegurança, da inovação, do estar por vir, do amar incondicionalmente.
A beleza da diversidade é saber que podemos apreciá-la, podemos considerar o terceiro incluído, porém jamais poderemos vivê-la na plenitude de todas as possibilidades, pois temos que escolher, selecionar, tomar decisões para viver num mundo limitado à aparente dualidade.
A diversidade exige saber ouvir, ter abertura, aprender com o outro, crer que o outro traz uma nova possibilidade ampliada para nós.
O mundo precisa aprender a viver com a diversidade. As crianças precisarão a ser educadas para viver na diversidade. Os adultos também. Os últimos, terão pouco tempo para aprender, mas poderão ser mais felizes, se estiverem abertos à esta possibilidade.
A diversidade exigirá de todos nós um novo paradigma, desafiador, e o Amor será o meio que nos facilitará o caminho entre as limitadas possibilidades da dualidade e o infinito da diversidade.
A diversidade faz parte da Natureza. Querer a diversidade é fácil, viver com Amor incondicional na diversidade é ainda um aprendizado para a natureza humana.
Só poderemos compreender a frase: Ama ao próximo como a ti mesmo, quando soubermos o que é Amar a ti mesmo. Caso contrário, o fora será como o dentro, desamor. Ama-te! Ama todas as possibilidades! Amando a diversidade, Amará o Todo, o Nada, o "e" que tudo inclui.
Lembremos que apesar de escolher um caminho, o outro continuará existindo e sendo bom para outro alguém. O caminho que escolhemos é sempre o melhor caminho, para nós. Amar a nossa escolha e dos outros é aceitar a diversidade, o infinito, a Deus, se assim sua crença chama o Todo, o Nada.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 05h41. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Vou fazer uma afirmação, mesmo correndo o risco de alguém pensar o contrário e fazer um comentário crítico: "toda, eu disse toda, tristeza é de algo relacionado ao passado. É a lembrança do passado. No presente, ela inexiste, a menos que seja alimentada pelo passado."
Como é que é, não existe tristeza no presente? Não, ene a o til.
Pare para notar: a tristeza está relacionada a alguma coisa lembrança que foi ruim, perda, frustração, expectativa futura com premissas passadas, desejos do passado, enfim, não consigo encontrar a tristeza na vacuidade do presente.
Para deixar a sensação da tristeza passar, é deixá-la onde está, no passado. Para deixar a alegria ganhar espaço na sua vida, esteja no presente.
Fácil? Difícil pacas! Mas possível, muito possível sim.
Foco, perseverança, disciplina ajudam a estar no aqui e agora. Observar a respiração e os subsequentes movimentos do abdômem é uma maneira de ancorar a mente no presente.
Pratique isto, é simples, várias vezes ao dia. Seguramente vai dar uma viajadinha, mas é o descanso e abstração que a mente precisa para deixar a concretude do passado, e mergulhar no vácuo do presente.
Observe o ar que entra pela narina inflando o abdômem, e o ar que sai desinflando-o. Permaneça 1 a 2 minutos observando este movimento de entra e sai, e depois me escreva para dizer onde foi para a tristeza, ok?
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 00h18. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Estou chegando do cinema onde fui assistir ao filme brasileiro Meu nome não é Johnny, baseado na história da vida do carioca João Guilherme Estrella.

Gostei da direção, fotografia, atuação, roteiro, montagem, cenários e história. Mais uma boa produção brasileira, financiada com o nosso dinheiro público, infelizmente, para um público de uma classe que ainda paga para assistir.
A tragédia chega a ser cômica em determinados momentos onde o personagem perde o limite da realidade.
Mais do que uma denúncia ao sistema, é um alerta para pais e filhos, que vivem em mundos muitas vezes tão diferentes, distantes até, mas debaixo de um mesmo teto.
Recomendo, vale o ingresso! Vale a reflexão!
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 00h05. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Hoje publico o texto "Reinventar-se" de Renato Bernhoft enviado pela Silvia Kormes.
Um viver pleno exige reinventar-se a cada nova etapa
07/01/2008
A sensação que muitas pessoas expressam, habitualmente, de que os dias, hoje, parecem correr mais rápido do que no passado, tem suas próprias razões de ser. E não porque o tempo, como uma unidade de medida, tenha se alterado. Mas está relacionado ao efeito que o seu uso provoca em todos nós, e que termina desenvolvendo este sentimento.
Vivemos em um mundo contemporâneo onde a transitoriedade é uma das características mais fortes do nosso estilo de vida. O efêmero nunca esteve tão presente em nossas vidas como agora.
Além disto vem aumentando também, de forma muito acentuada, as exigências em relação aos vários papéis que desempenhamos. Tanto nos níveis da vida pessoal, profissional, pública ou privada.
E, para tornar este quadro bem mais complexo e delicado, o aumento dos índices da longevidade nos colocam diante de dilemas, e oportunidades, que antes nem sequer ouvíramos falar.
Para tanto vale refletir que num cenário tão desafiador como este já não é suficiente falar apenas na importância da atualização.
O que precisamos é, de fato, encontrar formas de reinventar-nos sem perder a essência, identidade e valores que caracterizam o indivíduo como um ser numa coletividade.
Um bom exemplo do que isto significa é a experiência das pessoas que perdem um dos seus sentidos- visão, tato, olfato, etc. - e que terminam desenvolvendo, de uma forma compensadora, outro sentido que permaneceu acomodado.
Um caso prático desta situação é o policial belga Sacha Van Loo, que em vez de uma arma carrega uma bengala branca e, em uma escuta telefônica, é capaz de distinguir a marca do veículo que o suspeito está dirigindo, pelo barulho do motor. Por esta razão ele se tornou uma das mais recentes armas na luta global contra o terrorismo, tráfico de drogas e crime organizado.
Segundo ele "a cegueira me obrigou a desenvolver meus outros sentidos e meu poder como detetive está na minha audição".
Quando a polícia faz escuta telefônica de um suspeito de terrorismo dando um telefonema, Van Loo é capaz de identificar o número discado instantaneamente só de ouvir os tons das teclas do telefone. Ao ouvir uma voz ecoando de uma parede, ele consegue deduzir se o suspeito está falando do salão de um aeroporto ou de um restaurante lotado.
Este exemplo nos mostra, de uma forma muito pragmática, e como resultado da autodeterminação, que é possível encarar as mudanças e transições da vida de forma positiva. Especialmente na medida em que as mudanças possam acarretar alguma perda ou simples alteração do "status-quo".
Exemplos que podem exigir reinventar-se surgem tanto de situações agradáveis como tristes. Fracassos ou sucessos. Uma promoção no universo do trabalho pode apresentar necessidades de reinventar-se para as novas responsabilidades. Assim como sair do estado de solteiro para casado ou assumir a paternidade.
Filhos que saem de casa e criam o quadro do chamado "ninho vazio", requer que os pais reinventem-se como casal. O envelhecimento, a aposentadoria, a viuvez, a separação, o empreender, a dependência física provocada por alguma doença, ficar desempregado, não ser promovido...etc. Podem todas estas mudanças se apresentarem como situações que nos exigem um processo de reinvenção na maneira de agir e formas para encarar uma nova etapa da vida.
Pessoas que imaginam poder conduzir toda uma vida, sempre da mesma forma, sem alterar sua visão de mundo e maneira de agir, podem sobreviver, mas com certeza, em alguma fase de suas existências a sentirão como algo muito empobrecido. Sem dúvida terão que enfrentar, em algum momento, os questionamentos de si próprio, e dos demais, sobre o significado que deram a sua passagem por este mundo.
Reinventar-se é muito mais do que simplesmente se atualizar e manter-se informado. É um desafio de encarar a vida nas formas do Ser, Ter e Parecer. Sem perder a essência. Mas muito ao contrário. Buscando mantê-la, de forma que a vida se torne mais rica e ganhe um novo sentido, a cada dia. É um profundo, e permanente, processo de reflexão e ação.
Os físicos já nos demonstraram que o tempo é apenas um conceito, uma percepção da nossa mente, pois ela ainda é incapaz de processar tudo o que ocorre simultaneamente no Universo.
O velhos sábios nos ensinaram que basta silenciarmos esta mente que percebe, para acessarmos as dimensões onde o tempo deixa de ser percebido. É quando que o "estar" encontra o "Ser", quando a diversidade encontra o uno.
Observe seu cotidiano como uma criança observa o mundo repleto de novidades, descobrindo sempre algo que estava ali mas precisava ser notado por você.
Pare, silencie, respire, várias vezes por dia. Re-inventar-se também é dar a oportunidade para aquilo que verdadeiramente "É" fazer parte da realidade do "estar" através da nossa atenção.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
p.s.- no dia 8 de janeiro de 1959, Fidel Castro chega a Cuba e assume o Poder após derrubar Fulgencio Batista. Já é mais que hora de reinventar a liderança naquela ilha...
Publicado às 04h31. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Ontem estava num vídeo-chat com uma amiga americana. Ela falava sobre democracia, sobre as prévias eleitorais nos EUA e quando eu comecei a questioná-la sobre o fato que a democracia não é um regime igualitário, pois não é para todos, mas uma maioria, ela ficou nervosa.
Me perguntou se há algum regime no mundo igualitário, ao que disse desconhecer, pois o Ser humano ainda se crê estúpido o bastante para querer ser diferente, melhor, maior, e bem-sucedido que outros Seres.
Então ela ficou mais tranquila, pois como boa americana que é, já estava achando que eu fazia uma crítica ao país dela. Em seguida, pediu para mudar de assunto, pois disse odiar a política. Pedi para ela me explicar melhor o que é odiar a política, já que ela está engajada na campanha de um candidato republicano.
Ela sorriu e disse: Marcos, você está muito chato hoje. Perguntei se ela conhecia a raiz da palavra política, e escutei um não.
Pois é, comentei, política tem a raiz no grego "polis" que é cidade, Estado, cidadania, assim como cidadão tem a raiz no latim "civita" com o mesmo significado: cidade, Estado, cidadania.
Portanto, quando afirmamos que somos um cidadão, estamos afirmando que somos políticos. Infelizmente, a profissão "político" se tornou um adjetivo pejorativo, devido às más práticas de alguns (ou talvez muitos), porém, somos todos um cidadão, um ser político.
Querer deixar o Ser político de lado para ser apenas cidadão, é impossível, além de um caminho de infelicidade interior. Se repararmos, fazemos política o dia todo, vendendo nossas crenças e ideais a outros, não é?
Ela sorriu e disse: é, parece que realmente precisamos aprender a viver este Ser político sem conflitos, não como este adjetivo negativo, e assumirmos que Somos políticos e também um cidadão do mundo. Também aprendi com ela bastante sobre os programas dos presidenciáveis por lá, e fiquei até chocado com a agressividade da disputa interna. Enfim, foi um bom papo que continuou por vários outros temas, mas vou deixar para outros posts.
Eu acredito muito no poder da conversa, da reflexão, pois tenho certeza que nosso papo foi apenas uma semente nas nossas mentes, e muitas outras coisas virão a partir disto. Ela hoje irá numa reunião do partido na cidade dela, e com certeza verá a situação com um olhar diferente, e isto será o fruto do diálogo, do ouvir e expressar-se, com liberdade.
É isto aí, 2008 é ano de eleições e devemos lembrar que o Ser cidadão que quer evitar o Ser político vive um conflito na sua raiz.
Pratique a cidadania, pratique a boa política!
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 09h07. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Hoje o blog da Casa do Bem rompeu a barreira dos 50.000 leitores. Quem diria que uma idéia tão simples fosse ter tantos adeptos, não é mesmo?
Parabéns a Todos que visitam, mandam textos, comentários, fotos, elogios, críticas, enfim, que participam expressando seu interesse em fazer girar a Roda da Vida e multiplicar o Bem e a Felicidade.
É muito bom estar conectado com Todos!
Seja Feliz! Sempre! Todos os Seres, individual ou coletivamente, merecem ser felizes.
Muito agradecido, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 23h17. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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Olá Amigos do Bem!
Hoje começará a 2a fase da Fuvest. Milhares de jovens estarão disputando poucas vagas por um bom ensino público.
Por um lado é triste ver que com tudo o que o governo recolhe de impostos, ele não tem como prioridade a educação, e muitos e muitos jovens com incrível potencial para tornarem-se o futuro empresarial, executivo e formador de opinião, serão excluídos desta oportunidade.
Na minha família, tenho duas sobrinhas que já não acreditam mais que têm possibilidades de entrarem numa universidade pública, pois têm pais que pouco souberam motivá-las ao desafio e competição, nem tiveram boa formação no ensino fudamental e médio, feitos em escolas públicas. É triste ver duas jovens que foram ótimas estudantes no primário, criativas e inteligentes, terem de optar por trabalhar, e claro, em empregos subalternos. É triste ouvir que não conseguem sonhar com um futuro bom para elas.
Eu torço para que a vida delas dê uma virada e encontrem no caminho novas visões e motivações, para que encarem com fé o desafio de estudar numa boa faculdade, a começar pela grande disputa, cruel, que é passar no vestibular. Toda a família as apoiarão, só dependerá delas.
Por hora, torço por todas aqueles que jovens conheço, e faço uma vibração de paz, equilíbrio e bem-estar, para que façam uma ótima prova, e mostrem aquilo que conseguem se lembrar, raciocinar, analisar e sintetizar.
Boa prova a vocês!
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 09h50. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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