Tudo que vem da natureza faz bem?
Olá Amigos do Bem! 29
O pior dos modismo que o homem contemporâneo já viveu é o do naturalismo hipócrita. Aquilo que vem da natureza pode criar ou matar, e diferente do que diziam os velhos médicos, não é só questão de quantidade, mas de propriedade.
De certa forma, muitos dos remédios atuais são provenientes de ervas e plantas, incluíndo suas raízes, caule, folhas, flores e frutos. Recentemente estive no sul da Bahia onde os índios Pataxós vivem exilados numa reserva criada pelo Governo para abrigá-los. Eles já perderam muito de suas origens, e alguns membros da comunidade estão, bravamente, tentando resgatar a cultura, tradições, epiritualidade e medicina.
Quando visitei tribos na amazônia e agora na Bahia, quis conhecer um pouco mais sobre os rituais de cura.
O atual pajé Pataxó conseguiu conhecer muitas espécies de ervas e plantas através do contato direto com seu avô, que o ensinou cada poder de curas, físicas e espirituais.
Agora ele está passado o conhecimento para outros índios jovens para que tudo não morra quando ele se for deste para outro mundo.
A base da sabedoria indígena é reconhecer que a natureza é diversa, seja ela o ambiente ou a de cada Ser humano.
Portanto, sabiamente, dizem que nenhuma erva ou planta serve para todo mundo, sempre, pois cada um é cada um, e a época do ano e outros fatores da natureza devem ser levados em consideração. Uma pessoa pode tomar um chá no verão para curar um mal, e o mesmo poderá matá-lo no inverno.
O que noto é que os índios têm uma sabedoria que perdemos na expansão territorial e urbanização. Eles vivem em ambientes totalmente diferentes de quem vive no meio urbano, e por isso os efeitos das plantas são consequentemente diferentes lá do que por aqui.
Basta observar alguns do fatos que influenciam a bioquímica humana e veremos que o ar é puro, a água também, a alimentação natural. Eles não consomem sub-produtos químicos nos elementos ar-água-fogo-alimento. Ou seja, a purificação do sangue, rins, intestinos e pulmões está presente no cotidiano indigena, mas e no nosso?
Como poderíamos imaginar que o efeito das plantas e a eliminação das toxinas delas seja o mesmo em quem vive lá e nas metropolis?
Como então querer os mesmos resultados se estamos falando de coisas tão diferentes? Impossível!
É por isso que quando vejo o modismo nas metropolis de algumas ervas e plantas curativas, fico atento a quem está falando. Geralmente são pessoas que têm pouca ou nenhuma sabedoria da natureza, sem mencionar o fraco conhecimento técnico/científico, e para compensar sua ignorância, apelam para o lado emocional e espiritual dos efeitos, desviando o foco do concreto para o abstrato, intangível e portanto, não mensurável.
Muitas destas pessoas que andam recomendando ervas e plantas sugestionam seus clientes/pacientes/discípulos/etc com fantasias e crenças das mais variadas possíveis.
Porém, com o passar do tempo, os profissionais sérios e cientistas estudam todos os efeitos e conseguem verificar os resultados positivos e negativos do uso destas ervas, plantas, etc.
Algumas têm efeitos neutros e positivos enquanto outras têm efeitos colaterais comprovadamente negativos.
Os usuários de tais substâncias costumam divulgar apenas o lado bom do efeito, mas negam veementemente que haja o negativo.
Isto ocorre com as mais diversas plantas: maconha, coca, ayuasca, entre tantas outras. Usar a palavra droga para estas plantas é o mesmo que xingar a mãe dos naturalistas, principalmente para quem é viciado em algo considerado sagrado.
Muitos viciados em drogas gostam de argumentar que aquilo que consomem não é nocivo, que é natural, espiritual, blá-blá-blá. Pura defesa do Ego, que tenta separá-los para torná-los melhor.
Só eles sentem o efeito positivo da droga, dizendo até que têm uma sensibilidade "especial", alegando que quem está de fora não pode compreender. Esta é uma desculpa de qualquer viciado, não é mesmo? Todo alcoolatra conhece bem.
Enfim, deixando crendices de lado, o médico e cientista, Dr.Konstantin Korotkov-PhD, criador de um aparelho que mede a energia humana, uma evolução da foto Kirlian, testou voluntários no mundo todo e agora podemos notar que as ervas e plantas causam um impacto direto no centro de energia humano, e na sua expansão, ou aura.
Surpresa? Nenhuma. Mas quando vemos o impacto devastador de algumas, podemos ficar surpresos sim.
Estou compartilhando com vocês duas impressões observadas com o aparelho do Dr.Korotkov, antes e depois do uso de uma tradicional planta usada em rituais espiritualistas na região amazônica, publicadas no seu livro "Aura e consciência - um novo estágio da compreensão científica".
ANTES de consumir a planta sagrada:
HORAS DEPOIS da cerimônia:
Segundo o Dr.Korotkov, o bloqueio de energia está correlacionado ao lado oposto do cérebro. O bloqueio do lado direito refere-se ao centro de energia do lado esquerdo do cérebro, e vice-versa. Como ele verificou, as pessoas que participaram da cerimônia tiveram efeitos nos dois lados do cérebro, afetando o esquerdo que controla o comportamento, lógica e fala e o direito que é associado a imaginações e emoções. Segundo ele, a desproporção de energia foi mantida por horas após a ingestão.
Segundo as experiências, o impacto da planta no centro de energia humano faz com que os fiéis fiquem energeticamente vulneráveis e suscetíveis a doutrinação.
Pois é meus Amigos do Bem! Fica aqui o alerta a todos para que não caiam como inocentes nas mãos de pseudo-curadores que se espalham pelas áreas urbanas no Brasil e exportadas pelo mundo afora, prometendo curas espirituais, emocionais e até físicas de doenças terminais.
É na fraqueza do Ego humano que eles tiram as vantagens para crescerem e prosperarem.
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 15h41. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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