A Reuters publicou ontem uma foto que mostra o contraste da atual realidade chinesa.
De um lado a riqueza, criatividade e tecnologia que vimos no espetáculos da abertura dos Jogos Olímpicos e do outro, a realidade cotidiana de mais de 1 bilhão de chineses que ainda vivem precariamente nas cidades.
Enquanto 90 mil pessoas privilegiadas estavam no estádio, mostrando seu sucesso e ascenção social ao ocidente, outros viram assim a abertura...
E assim caminha a humanidade, valorizando percepções de progresso econômico e varrendo para debaixo do tapete aquilo que ainda precisa aprender a lidar, ou seja, o amor, a igualdade e respeito pelo Ser humano.
O bom hoje em dia, num mundo digitalizado, é que a Internet já não permite mais que apenas um lado da história seja contado em tempo real. Por mais controle que possa haver por parte de um governo, sempre haverá um bit circulando por ar, fio ou ondas de rádio e TV.
O bem e o mal não existem, são apenas valores atribuídos pela percepção individual ou coletiva quando observa qualquer ponto focal. Os chineses terão de aprender o que já sabem através do Tao: o bem está contido no mal e vice-versa. Não adianta eles quererem controlar e mostrar apenas o que se desejam ver.
Seja Feliz! Todos os Seres, controladores ou não, merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 14h11.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?
Há um ano atrás, nesta mesma data, eu estava em São Paulo uma semana após retornar de um curso em Pequim.
Em julho de 2007, o estádio em forma de ninho estava em construção, a piscina em forma de cubo de gelo também.
Hoje, pude assistir o maior espetáculo dos Jogos Olímpicos desde que me conheço por gente. A história milenar, a tradição de um povo inovador e criativo foi contada com a avançada tecnologia disponível naquele país.
Para muitos ocidentais que se esquecem que 1 de cada 3 computadores do planeta são fabricados na China, fica a compreensão da potência tecnológica que este país se tornou, e exibiu-a aplicada a mais bela arte tradicional.
A Todos os povos que habitam este planeta Terra, fica a abertura de união, respeito, honestidade e exemplo de superação individual e coletivo para o crescimento do Ser Humano proposto no espírito olímpico.
Parabéns aos amigos chineses pela maravilha de espetáculo que proporcionaram a Todos!
Seja Feliz! Todos os Seres merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 13h37.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?
O que está acontecendo com o mundo que está consumindo marcas e mais marcas sem critérios de qualidade, bom gosto e do que é realmente bom?
Fico escandalizado como cada dia mais e mais pessoas consomem marcas para tentarem se esconder atrás delas, como se o aval delas fosse um seguro contra o mal gosto e incompetência de classe. Ruim para as marcas, pior para os bregas.
Um bom exemplo da boa qualidade mal apreciada por não estar identificada com uma marca, foi o abaixo:
O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube, veja abaixo:
Seja Feliz! Todos os Seres, consumistas de etiquetas ou não, merecem ser felizes.
Abraços, Marcos Souza Aranha BY
Publicado às 17h34.
Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?