Olá Amigos do Bem! Educar um filho nos dias de hoje é uma missão muito difícil e vale o diálogo a cada oportunidade de encontro. Acabo de ler a carta que a Eliana Tranchesi mandou para a imprensa após ter obtido o habeas corpus do TRF. Uma coisa é certa, a crença dela de que a Justiça brasileira iria soltá-la: "Saibam que em nenhum momento perdi a esperança e deixei de acreditar na Justiça brasileira." A nossa Justiça é tão complexa que não consegue ser efetiva, até mesmo num caso de crime fiscal tão claro, evidente e comprovado. Me admira a imprensa servir de "garoto de recado" dela, e publicar a carta sem questionar os valores, princípios e interesses egoístas que estão por trás disto. Espero que meus filhos tenham claro que trata-se de uma inversão de valores: ela não é vítima, é réu. Quando ela e os demais réus tomaram a decisão de aprovar uma arquitetura fiscal criminal para ganharem mais e mais, jamais imaginaram que as consequências da escolha traria "problemas", só pensaram em lucros e enriquecerem mais. A mãe dela deve estar em pé no túmulo de vergonha da ganância sem fim dos filhos e a sujeira que fizeram com o nome da loja que fundou. Não conheço esta mulher, nunca comprei na Daslu, nada tenho contra ela ou sua empresa, como um Ser humano solidário, desejo que se cure da doença terrível que tem. Só fiz este post para que meus filhos tenham claro os valores corretos, que reflitam sobre as consequências dos seus atos, e nunca se tornem tão medíocres como alguns profissionais da imprensa brasileira pensam que todos nós somos. Seja Feliz! Todos os Seres, criminosos ou não, merecem ser felizes. Abraços, Marcos Souza Aranha
Publicado às 22h02. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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