Olá Amigos do Bem! Ontem aconteceu algo muito estúpido comigo. Ao me enxugar após o banho, bati minha mão no toalheiro da parede. Senti uma dor intensa e um ardidinho na pele. Olhei e vi um corte profundo de aproximadamente quatro centímetros. Corri para a pia, coloquei a mão sob a água corrente e o sangue jorrava em abundância. Chamei minha mulher para me ajudar e trazer a gaze e o esparadrapo para fazer a limpeza e fechamento. Após fazer os primeiros socorros, fui ao Pronto Atendimento do Hospital Einstein, para fazer a sutura do ferimento. Que decepção! Como meu curativo estava tão bem feito, ignoraram a minha dor e urgência. Depois de esperar 55 minutos na recepção sem informações e previsão de horário para atendimento, fui até o guiche e perguntei se era melhor ir ao Pronto Socorro do Hospital São Luiz a poucas quadras dali para receber atenção, e finalmente se mexeram e me informaram que em poucos minutos um cirurgião iria me atender. Cinco minutos depois, ou seja, uma hora depois de chegar ao Hospital Einstein, fui atendido, e deram os seis pontos para fechar o ferimento. O médico e as enfermeiras que me atenderam na "cirurgia" foram ótimos. Perguntei se o atendimento da recepção era tercerizado e expliquei minha insatisfação com ele. Ouvi deles um pedido de desculpas e uma explicação que o atendimento, infelizmente, não tem controle da ordem dos serviços, pois se chegar algum caso de ambulância mais grave que aquele que estava esperando na recepção, terá preferência. Perguntei sobre meu caso específico, a razão da demora de uma hora, e me disseram que enquanto eu esperava na recepção, apareceu um sujeito que teve a orelha dilacerada pelo cachorro que tinha adotado há poucos dias. Como o caso dele, que chegou depois, era mais grave, e eu já ter tido os primeiros socorros (feitos por mim), passaram na minha frente. Quando eu era pequeno e levado, visitei várias vezes o Pronto Socorro do Hospital Iguatemi e sempre me atenderam com prontidão e bons profissionais. Naquela época, não havia faculdade de Administração hospitalar, mas os serviços funcionavam sem burocracia. Será que depois de anos na faculdade os administradores só têm o foco nos custos e lucros, por saberem que os clientes virão sempre, posto a deficiência e carência no sistema hospitalar? Conclusão: pagamos uma bela grana no plano de saúde para ter o Hospital Einstein, e lá nos deparamos com este tipo de problema e um número reduzido de profissionais no Pronto Atendimento. Afinal, onde está a prontidão no atendimento? Uma vez mais, infelizmente, deixo aqui registrado meu desencanto com um serviço do Hospital Einstein. Seja Feliz! Todos os Seres, que escrevem com uma ou duas mãos, merecem ser felizes. Abraços, Marcos Souza Aranha
Publicado às 11h06. Antes de agir, pergunte-se: estou consciente das consequencias e responsabilidades do meu ato?

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